AGRONEGÓCIO

Embrapa Suínos e Aves projeto cenário otimista para o setor em 2024

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A Embrapa Suínos e Aves, projeta um cenário otimista para o setor de proteína animal em 2024. A biosseguridade, especialmente diante da presença do vírus da influenza aviária no litoral, foi enfatizada como uma questão preocupante, mas que já está sendo superada.

Ao analisar o crescimento da produção e os desafios relacionados à rentabilidade, técnicos da Embrapa, reconheceram que o ano de 2023 foi marcado por apertos, com margens reduzidas. Eles sublinhou a importância de remunerar de maneira justa todos os elos da cadeia produtiva para garantir um desenvolvimento sustentável do setor.

No que diz respeito aos custos, a Embrapa apontou a influência significativa da taxa de juros e dos custos com energia elétrica. Os especialistas incentivaram a busca por fontes alternativas de energia, como a solar, e a necessidade de repensar instalações para otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Para os produtores em 2024, a Embrapa Suínos e Aves ressaltou a expertise do Brasil na produção de proteína animal, enfatizando a importância de equilibrar oferta e demanda, explorando tanto o mercado interno quanto o externo. Destacou-se ainda a relevância da biosseguridade e da atenção ao clima como elementos cruciais para o êxito do setor.

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Os especialistas da Embrapa Suínos e Aves alertaram para a necessidade de cuidado ao retornar de áreas de veraneio, com possibilidade de contaminação nos plantéis industriais. Para eles o influenza aviária representa não apenas um desafio para a avicultura, mas para todo o setor de proteína animal.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Vazio sanitário já esta em vigor e impõe controle rigoroso contra ferrugem asiática

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O vazio sanitário da soja, período em que a presença de plantas vivas da oleaginosa é proibida em todo o território nacional, já esta em vigor. A medida é o principal instrumento de controle da ferrugem asiática, fungo de alta letalidade que, se não combatido, pode dizimar lavouras inteiras. Com o início do protocolo em diversos estados, o setor agropecuário mobiliza-se para eliminar plantas voluntárias, as chamadas “tigueras”, que servem como ponte verde para a sobrevivência do patógeno entre as safras.

O cronograma nacional respeita as peculiaridades climáticas de cada região, garantindo que o ciclo do fungo seja interrompido de forma coordenada.

Estado Início do Vazio Término do Vazio
Paraná 10 de junho 10 de setembro
Mato Grosso 15 de junho 15 de setembro
Mato Grosso do Sul 15 de junho 15 de setembro
Bahia (Região I) 26 de junho 7 de outubro
Goiás 1º de julho 30 de setembro
Minas Gerais 1º de julho 30 de setembro
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No ciclo 2025/26, o Brasil consolidou números expressivos, com a área plantada nacional atingindo aproximadamente 48 milhões de hectares. Esse volume de produção exige um manejo fitossanitário cada vez mais rigoroso. Especialistas ressaltam que, sem a interrupção do cultivo, a pressão de inóculo do fungo na safra seguinte torna-se exponencialmente maior, elevando o custo de produção devido ao aumento necessário no número de aplicações de fungicidas, que podem chegar a seis ou sete vezes em uma única temporada.

A recomendação técnica é clara: qualquer planta de soja emergente deve ser eliminada em até 30 dias após a germinação ou antes de atingir o estádio V4. O descumprimento das normas acarreta penalidades administrativas, mas o maior prejuízo é o risco à produtividade da safra 2026/27, que no Oeste baiano tem o plantio autorizado apenas a partir de 8 de outubro.

A conformidade com o vazio sanitário não é apenas uma obrigação legal, mas um seguro contra a quebra de produtividade. Com o mercado internacional atento à qualidade do grão brasileiro, o controle rigoroso de doenças é um ativo competitivo que mantém o país como o maior fornecedor global de soja. O desafio para os próximos meses é garantir que o monitoramento seja feito em 100% da área, impedindo que “pontes verdes” comprometam o potencial produtivo da maior safra do planeta.

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Fonte: Pensar Agro

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