AGRONEGÓCIO

Conab alerta: estão aplicando golpes financeiros em seu nome

Publicado em

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informa que estão aplicando golpes virtuais utilizando o nome da empresa, com supostas ofertas de cestas básicas e recebimento de alimentos para doação a prefeituras municipais.

O golpista geralmente pede dados pessoais do prefeito ou outros agentes públicos locais, utilizando nomes falsos de cargos públicos na estatal.

A Conab reforça que não faz esse tipo de comunicado fora dos seus canais oficiais e pede que os usuários comuniquem a tentativa de golpe imediatamente para as autoridades competentes locais.

É crucial que todos estejam cientes de que qualquer tentativa de golpe, especialmente aquelas que envolvem transferências de dinheiro, deve ser imediatamente comunicada às autoridades policiais. Agir com prudência e segurança é fundamental para evitar cair em armadilhas financeiras.

A Conab reforça seu compromisso com a transparência e a integridade em todas as suas operações e ressalta a importância de manter a vigilância contra golpes que possam prejudicar cidadãos bem-intencionados. Proteja-se, mantenha-se informado e denuncie qualquer atividade suspeita relacionada a doações em nome da Conab. A segurança de todos é uma prioridade.

Leia Também:  Mais um capítulo: Conab destitui o diretor responsável pelo leilão

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

Published

on

A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

Leia Também:  SES alerta para importância da prevenção a acidentes com escorpiões durante período chuvoso

A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

Leia Também:  Moagem de cana e produção de açúcar deve bater recorde nesta safra

No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA