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“MT Fashion Chita”, evento que une moda e solidariedade, é lançado na ALMT

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Aconteceu hoje (16), no Salão Negro da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o lançamento do “MT Fashion Chita”, evento que une moda e filantropia em prol de duas causas: o tratamento do câncer e o combate à violência contra a mulher.  O desfile vai acontecer no dia 7 de novembro, às 19h, no Espaço Leila Malouf. Estão à venda 500 ingressos para os interessados em participar da festa.

A primeira-dama do Legislativo, Sônia Meira Botelho, esposa do presidente Eduardo Botelho, juntamente com as embaixadoras Rose Piran e Ide Guimarães, além do promotor de eventos Edson Guilherme e representantes dos deputados Janaina Riva (vice-presidente) e Max Russi (primeiro-secretário), fizeram a abertura da solenidade  e juntos destacaram a importância da solidariedade na transformação de vidas.  

O MT Fashion Chita edição 2023 vai unir a moda, a tradição do tecido de chita e a acolhida por pessoas de corações solidários para arrecadar fundos para a Associação de Apoio aos Pacientes Oncológicos de Cuiabá (AAPOC) e a ONG Lírios, que oferece apoio às mulheres vítimas de violência doméstica, com o objetivo de construir casas de apoio. “O nosso intuito aqui é pedir a todos o apoio para essa causa. Vamos no unir e fazer com que as pessoas possam receber essa solidariedade. Eu tive câncer e teve todo um apoio e muitos não têm isso. Então vamos apoiar, vamos abraçar a causa”, convidou Sônia Botelho. 

“Se cada um der um pouquinho, muitos poderão ser ajudados. Temos que ajudar e não só falar para a televisão ou o público. É necessário ajudar mesmo, acalentar e doar, seja dinheiro, uma roupa e agora fazer a compra do ingresso. Temos que fazer muita caridade e seguir o exemplo de Deus, isso para mim é muito importante. Todo mundo tem condição de dar um pouco de si e eu me sinto honrada de ser madrinha de um evento que vai ajudar o próximo”, disse Ide Guimarães.  

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Foto: Helder Faria

”Vamos desfilar 25 looks que atendem a mulher no passeio completo e confeccionados com o chitão na linha preta port. Muitos acham que chitão é somente para decoração, mas ela pode vestir com elegância e vamos mostrar toda a beleza desse tecido que é tradicional”, afiançou Edson Guilherme. 

Os interessados em prestigiar o evento podem comprar uma mesa ou um ingresso individual. A venda está disponível na Assembleia Social e nas sedes das duas instituições beneficiadas, ou pode ser feita pelo telefone (65) 99916 2284.  

Maria Fernanda de Figueiredo, presidente da ONG Lírios disse que “ com esse projeto, a arrecadação vai ajudar a nossa instituição que já atendeu 14 mil  mulheres”.   “O câncer não espera e toda ajuda é necessária. Queremos concluir as obras da casa de apoio para pacientes oncológicos, para que [os pacientes]tenham atendimento com mais dignidade, então agradecemos ao deputado Botelho, a dona Sônia e à Mesa Diretora” disse a presidente da AAPOC, Janaina Santana.  

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Representado o deputado Max Russi, a servidora Katiúscia Mantelli agradeceu o trabalho da primeira–dama da ALMT e falou da necessidade de todos levantarem as mãos numa rede de apoio às pessoas com câncer e às vítimas de violência doméstica. “Nós, mulheres, estamos orgulhosas do trabalho que você,  Sônia,  vem fazendo. Quantas famílias você tem ajudado com seu trabalho junto com o deputado Botelho”. 

Já a representante da deputada Janaina Riva, a servidora Quésia Limoeiro frisou que a preocupação da ALMT é com pessoas.  “Ajudar as pessoas também está na moda”, 

SOBRE A CHITA

Considera uma fotografia da nossa cultura, a chita está entre a tendência de moda e é a inspiração para o evento. O tecido é originário da Índia medieval, o chintz que chegou ao Brasil trazido pelos portugueses na segunda metade do século XIX e teve o nome aportuguesado para chita ou chitão.  A partir do século XX, a chita começa a ser produzida pelas fábricas brasileiras, sendo parte do desenvolvimento têxtil do Brasil. Hoje símbolo do retrato da brasilidade e tropicalidade dos brasileiros, o tecido simples de algodão, de cores alegres e preço popular, teve seu uso diversificado como cortinas, forros de mesa, em festas juninas, decorações de casa e de restaurantes e vem ganhando novos espaços no vestiário de homens e mulheres.

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Valmir Moretto defende a prorrogação do Feef para garantir R$ 350 milhões à saúde de Mato Grosso

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) defendeu, em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desta quarta- feira (17), a celeridade até 30 de junho de 2029, na votação do Projeto de Lei nº 386/2026, que prorroga o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).

O parlamentar ressaltou que a medida é uma política de continuidade, essencial para assegurar que empresas beneficiárias de incentivos fiscais mantenham sua contrapartida ao Estado. Moretto enfatizou que o projeto não cria novos impostos nem aumenta a carga tributária para a população, sendo um mecanismo vital de financiamento para a saúde pública mato-grossense.

Atualmente, o Feef garante um aporte mensal de R$ 7 milhões, totalizando R$ 84 milhões anuais destinados integralmente à rede pública. Segundo o deputado, a interrupção dessa política significaria uma perda superior a R$ 350 milhões até 2029, impactando diretamente 142 municípios. “Não podemos permitir que a saúde de Mato Grosso perca esse recurso. São verbas que já sustentam hospitais filantrópicos, clínicas de hemodiálise e a atenção básica, e retirá-las agora causaria um prejuízo irreparável ao atendimento da nossa população”, alertou Moretto.

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A estrutura de distribuição do fundo é estratégica e focada em resultados: 64% do montante é direcionado aos hospitais filantrópicos, 20% ao serviço de hemodiálise e 16% à atenção básica. Entre as instituições que dependem diretamente desses recursos estão unidades de referência como o Hospital Geral de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital Santo Antônio de Sinop, além de outras 11 clínicas de hemodiálise que atendem mais de 3,6 milhões de habitantes pelo SUS.

Ao concluir, o deputado fez um apelo aos seus pares nas comissões parlamentares para que o projeto seja apreciado e votado com urgência, garantindo a estabilidade financeira necessária durante a transição da Reforma Tributária. Para Moretto, a manutenção do Feef é um ato de responsabilidade social, fundamental para evitar que a rede hospitalar sofra uma redução crítica em sua capacidade de atendimento e para assegurar a continuidade dos serviços que salvam vidas em todas as regiões do Estado.

Fonte: ALMT – MT

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