AGRONEGÓCIO

Boiada de confinamento precoce surpreende em São Paulo

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Um lote de bois confinados precoces chamou a atenção esta semana ao alcançar um peso surpreendente de quase 23 arrobas no momento do abate, na região de São Paulo. Esse feito excepcional ganhou destaque em um quadro tradicional que avalia a qualidade dos bovinos destinados ao abate em todo o país.

A impressionante marca foi alcançada graças ao trabalho da Santa Otília Agro Pecuária, que é a controladora da Fazenda Cristal, localizada no município de Campos Novos Paulista, no estado de São Paulo. O gado em questão, que se destacou nesse cenário, foi apresentado por Wlademir Batista de Oliveira, um cientista contábil e originador da unidade da Friboi em Lins (SP).

O abate envolveu bovinos com idades que variavam de zero a quatro anos, todos criados em regime de confinamento. O que mais surpreendeu foi o peso médio por carcaça, que alcançou impressionantes 22,7 arrobas, equivalentes a 341 quilos. Essa conquista representa um marco significativo na produção de bovinos, demonstrando a excelência na criação e no manejo desses animais.

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Esse resultado ressalta a importância do investimento em técnicas avançadas de produção e manejo, que possibilitam a obtenção de bovinos de alta qualidade e com um ganho expressivo de peso. Além disso, destaca a competência e a dedicação dos profissionais envolvidos na cadeia de produção de carne bovina no Brasil.

O setor da pecuária no país continua evoluindo, buscando constantemente novas maneiras de melhorar a produção e atender às crescentes demandas do mercado interno e externo por carne de qualidade. Os resultados obtidos pela Santa Otília Agro Pecuária representam um exemplo para produtores e criadores, evidenciando o potencial do Brasil na produção de carne bovina de excelência.

Essa conquista destaca a importância do setor pecuário para a economia brasileira, que continua a se consolidar como um dos principais atores na produção mundial de carne bovina. Com a busca contínua por inovação e eficiência, a pecuária brasileira continua a trilhar um caminho de sucesso e excelência na produção de carne de qualidade.

Os resultados obtidos pela Santa Otília Agro Pecuária são uma prova do compromisso do Brasil em atender aos mais altos padrões de qualidade e excelência na produção de carne bovina, consolidando ainda mais a posição do país como um líder global no setor.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro

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A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.

Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia 

O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.

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A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.

Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.

Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.

Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.

Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.

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Fonte: Pensar Agro

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