Ministério Público MT

Rede de Enfrentamento promove encontro de mulheres do campo

Publicado em

A segunda edição do Encontro Mulheres do Campo ocorre na próxima sexta-feira (22), das 8h às 16h, na comunidade Ribeirão dos Cocais, zona rural do município de Nossa Senhora do Livramento. Realizado pela Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Várzea Grande e Nossa Senhora do Livramento, o evento pretende sensibilizar e orientar as mulheres da região sobre o combate à violência doméstica. 

A programação do encontro inclui palestra, roda de conversa, e serviços como atualização do Cadastro Único, emissão de documento de identidade, 2º via de certidão de nascimento, orientações jurídicas, serviços de beleza, atendimento médico e odontológico, vacinação, oficina de tranças, teatro de fantoche e entrega de mudas de plantas. As atividades ocorrem na Escola Estadual Vereador Amarílio Gomes da Silva.

O 2º Encontro Mulheres do Campo é realizado pelas instituições integrantes da Rede, como Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), prefeituras de Nossa Senhora do Livramento e de Várzea Grande, Poder Judiciário, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Civil, Centro Universitário Univag, Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ), Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de Várzea Grande (BPW VG), Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Várzea Grande e Lírios. O evento tem apoio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e da Câmara Municipal de Livramento. 

Leia Também:  MPMT lança cartilha digital sobre como participar de audiência virtual

A primeira edição ocorreu em 2019, na região da Morraria, beneficiando 60 mulheres e 40 crianças.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Ministério Público MT

MPMT requer na Justiça suspensão de cortes de árvores em Cuiabá

Published

on

A 29ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Cuiabá – Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística ajuizou, nesta quinta-feira (2), uma Ação Civil Pública (ACP) com pedido de liminar contra o Município de Cuiabá, apontando falhas na gestão da arborização urbana e nos procedimentos de autorização para poda e supressão de árvores na capital. Na ação, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) requer a suspensão imediata da emissão de novas autorizações de supressão arbórea, bem como dos efeitos das autorizações já concedidas, até que sejam adotados critérios técnicos adequados para esse tipo de intervenção. O MPMT também pede, em caráter emergencial, a paralisação das atividades de retirada e supressão das árvores ainda remanescentes nas obras de mobilidade urbana executadas na Avenida Fernando Corrêa da Costa/BR-163, em frente à empresa Copagás, no bairro São Francisco, na saída de Cuiabá para Rondonópolis. No mérito, o MPMT requer o reconhecimento da inadequação dos atos administrativos que autorizaram a supressão de árvores sem observância dos objetivos de proteção e prevenção ambiental. A ação busca ainda a responsabilização do Município pelos danos ambientais e climáticos decorrentes dessas intervenções, com condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos em valor não inferior a R$ 500 mil. O Ministério Público também pede que o Município seja obrigado a instituir protocolo técnico para poda e supressão arbórea, com critérios voltados à mitigação de impactos, compensação por equivalência ecológica, transplante de árvores quando tecnicamente recomendado e monitoramento contínuo. Além disso, requer a recomposição das árvores adultas removidas em intervenções viárias e a revisão das autorizações concedidas fora de parâmetros técnicos adequados, com apresentação de relatório contendo todos os atos administrativos que embasaram supressões arbóreas nos últimos dois anos. De acordo com o promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva, os elementos reunidos pelo Ministério Público revelam um cenário de desorganização na política municipal de arborização urbana. Entre os episódios destacados está a retirada de árvores de grande porte na Rua Baltazar Navarros, no bairro Bandeirantes, que teria ocorrido mediante autorização administrativa posteriormente questionada. Outro caso envolve a erradicação de 24 árvores em área pública, com previsão de supressão de até 82 indivíduos arbóreos em razão de obras de intervenção viária na Avenida Fernando Corrêa da Costa. Segundo o MPMT, árvores adultas foram removidas sem a adoção adequada de medidas como transplante, compensação ecológica equivalente e recomposição imediata da cobertura vegetal.Na ACP, o promotor destaca a relevância da arborização para a qualidade ambiental das cidades. “A arborização urbana configura elemento essencial do meio ambiente artificial, exercendo funções fundamentais quanto à regulação térmica, melhoria da qualidade do ar, retenção hídrica e proteção da saúde pública”, afirma. Ele acrescenta que os benefícios são ainda mais significativos em uma cidade de clima quente como Cuiabá. “Árvores e áreas verdes ajudam a diminuir a temperatura local por meio da oferta de sombra e da evapotranspiração, podendo refrescar em até 5ºC as regiões densamente urbanizadas”, aponta. Para o promotor de Justiça, a substituição de árvores adultas por mudas jovens não é capaz de compensar, em curto prazo, a perda dos serviços ambientais proporcionados pela vegetação consolidada. Na avaliação dele, a atual condução da política municipal de arborização representa um “inequívoco retrocesso ambiental e climático”. Ainda segundo Carlos Eduardo Silva, “chega-se à conclusão que a política municipal de gestão e planejamento da arborização urbana apresenta sérias deficiências estruturais”.

Leia Também:  MPMT participa de sessão solene em homenagem à Ampara

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA