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TJMT realiza posse coletiva de 35 novos juízes substitutos nesta quarta-feira (21)

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Vista aérea do Palácio da Justiça do TJMT, prédio moderno de fachada clara, cercado por árvores, estacionamento com veículos, vias asfaltadas e paisagem urbana ao fundo, sob céu parcialmente nublado.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso realiza, nesta quarta-feira (21), a cerimônia de posse de 35 novos juízes e juízas substitutos aprovados em concurso público para a magistratura estadual. A sessão solene está marcada para as 9h30, no Plenário 1 “Desembargador Wandyr Clait Duarte”, no Palácio da Justiça, em Cuiabá, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do TJMT no YouTube.

A nomeação dos novos magistrados foi oficializada por meio de ato publicado no Diário da Justiça Eletrônico, assinado pelo presidente do Tribunal, desembargador José Zuquim Nogueira.

O concurso público de provas e títulos foi homologado pelo Órgão Especial do TJMT em 11 de dezembro de 2025 e teve sua condução a cargo da comissão instituída pela Portaria nº 761/2024, posteriormente atualizada pela Portaria nº 1.579/2025, sob a presidência da desembargadora Clarice Claudino da Silva.

A posse dos novos juízes representa o fortalecimento do Poder Judiciário mato-grossense, com a reposição e ampliação do quadro de magistrados, contribuindo para a melhoria da prestação jurisdicional e para maior celeridade no atendimento à população.

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Confira a lista de nomeação:

Marco Antônio Luz de Amorim

Bruno Guerra Sant’Anna Deliberato

Ana Emília Moreira de Oliveira Gadelha

Leandro Bozzola Guitarrara

Laís Baptista Trindade

Isabela Ramos Frutuoso Delmondes

Antônio Dias de Souza Neto

Tiago Gonçalves dos Santos

Francisco Barbosa Júnior

Izabele Balbinotti

Nathália de Assis Camargo Franco

Thiago Rais de Castro

José dos Santos Ramalho Júnior

Iorran Damasceno Oliveira

Iron Silva Muniz

Ana Flávia Martins François

Laís Paranhos Pita

Hugo Fernando Men Lopes

Israel Tibes Wense de Almeida Gomes

Pedro Henrique de Deus Moreira

Felipe Barthon Lopez

Taynã Cristine Silva Araújo

Victor Valarini

Magno Batista da Silva

Danilo Marques Ribeiro Alves

Victor Hugo Sousa Santos

Raphael Alves Oldemburg

Lessandro Réus Barbosa

Ana Carolina Pelicioni da Silva Volkers

Nelson Luiz Pereira Júnior

Thais D’Eça Morais

Antônio Bertalia Neto

Luana Wendt Ferreira Corrêa da Costa

Yago da Silva Sebastião

Gabriella Andressa Moreira Dias de Oliveira

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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A Justiça começa onde as pessoas vivem

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No balcão do fórum, a Justiça perde a abstração. Quem chega não pergunta por rankings. Quer saber se a audiência ocorrerá, se a urgência foi examinada ou por que o processo parou. Antes da decisão, o atendimento forma a imagem do Judiciário.

A administração central acompanha dados indispensáveis sobre processos, prazos, estrutura e orçamento. O primeiro grau mostra o que eles não alcançam. A falta de um servidor pesa de modo diverso conforme o tamanho da unidade, as distâncias e as demandas locais.

Instituições extensas correm o risco de confundir igualdade com uniformidade. Comarcas semelhantes podem enfrentar condições distintas. Oferecer-lhes recursos e soluções idênticos parece objetivo, mas pode conservar desigualdades. A equidade exige reconhecer as diferenças e responder a elas com critérios claros.

Mato Grosso torna isso visível. Suas 79 comarcas se distribuem por um território extenso e diverso. Em algumas regiões, o serviço digital evita deslocamentos. Onde faltam conexão ou domínio das ferramentas, o apoio presencial continua indispensável. A solução que aproxima algumas pessoas pode deixar outras à margem.

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A Administração Presente responde a essa realidade. Decisões da sede precisam ser examinadas onde produzirão efeitos. O contato com magistrados, servidores, advocacia e cidadãos revela problemas que, de longe, parecem simples ou sequer aparecem. A visita adquire sentido quando a escuta orienta providências.

Novas demandas sem reforço da capacidade exigem reavaliar recursos. Quando o obstáculo está no fluxo interno, cobrar mais produtividade pode agravá-lo. Às vezes, a tecnologia oferece a resposta. Em outras situações, falta alguém preparado para orientar quem não conseguiu acessar o serviço.

Os indicadores continuam essenciais. Reduzir o congestionamento diminui a espera de quem depende do processo. Produtividade deve representar decisões consistentes em tempo útil. Os dados cumprem sua finalidade quando ajudam a revelar o que precisa mudar para quem procura a Justiça.

Antes da sentença, a qualidade já está sendo percebida. Informação difícil de localizar, prédio inacessível ou descuido com quem chega fragilizado também definem o serviço. A pessoa precisa compreender o que pode ser feito, o que depende de decisão e quanto poderá esperar. O julgamento correto é indispensável; durante a espera, clareza e cuidado evitam desorientação.

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Na Presidência, confirmamos que o primeiro grau é onde decisões concebidas na capital encontram a realidade. Se uma política funciona na sede e tropeça nas comarcas, a administração precisa rever o que planejou.

Administrar um tribunal exige perceber a distância entre o serviço organizado e o que chega ao cidadão. Ela aparece no fórum: numa orientação incompreendida, numa providência tardia, numa resposta que perdeu parte da utilidade. Os relatórios ajudam a medi-la. A experiência de quem procurou a Justiça revela o que ainda precisa ser corrigido.

Autor: José Zuquim Nogueira

Fotografo:

Departamento: Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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