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Servidores participam do Dia D da Saúde Mental no Fórum de Rondonópolis

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O Fórum de Rondonópolis (212km de Cuiabá) realizou, na última sexta-feira (30 de janeiro), o Dia D da Saúde Mental, ação com foco na conscientização, reflexão e autocuidado.

O encontro, em alusão à campanha Janeiro Branco, reuniu servidores(as) e colaboradores(as) em um momento de sensibilização sobre saúde mental, seguido de uma oficina de corpo e movimento, proporcionando aos participantes uma pausa consciente na rotina de trabalho.

A psicóloga Deyce Alves conduziu uma palestra reflexiva sobre a importância do cuidado contínuo com a saúde mental, abordando estratégias de manejo do estresse, prevenção da ansiedade e de transtornos psíquicos, a partir da prática do mindfulness (atenção plena), da conexão com a vida e da importância das pausas conscientes no cotidiano.

“O Janeiro Branco simboliza exatamente isso, páginas em branco que podem ser escritas de forma diferente, com mais presença, equilíbrio e gentileza consigo. O encontro foi encerrado com um momento de relaxamento guiado, conduzido pelas fisioterapeutas do setor de Qualidade de Vida, proporcionando aos participantes uma experiência prática de desaceleração e autocuidado”, destacou a psicóloga. “Foi uma tarde reflexiva, acolhedora e produtiva, que reforçou a importância de cuidar da saúde mental como parte essencial da vida e do trabalho”, finalizou.

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Autor: Emily Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça nega apreensão de passaporte e suspensão de CNH por dívida de 30 anos

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Uma cobrança milionária iniciada em 1995 levou um banco a pedir medidas como apreensão de passaporte, suspensão da CNH e bloqueio de cartões dos devedores.

  • Apenas o bloqueio dos cartões de crédito foi mantido, enquanto as demais medidas foram consideradas excessivas.

Uma cobrança iniciada há mais de 30 anos levou uma instituição financeira a pedir medidas incomuns para tentar receber a dívida, como apreensão de passaporte, suspensão da CNH, bloqueio de cartões de crédito e inclusão do nome dos devedores em cadastros de inadimplentes.

O caso, julgado pela Segunda Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, envolve uma execução movida desde 1995 contra uma empresa de materiais elétricos e seus sócios, após sucessivas tentativas frustradas de localizar bens para penhora.

Ao analisar o recurso, a relatora, desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas manteve o entendimento de que algumas medidas extrapolavam os limites da proporcionalidade e não teriam utilidade prática para garantir o pagamento da dívida. A magistrada destacou que a suspensão da CNH e a apreensão de passaporte não podem ser aplicadas apenas como forma de punição ao devedor.

Segundo a decisão, embora o Código de Processo Civil permita medidas executivas atípicas, elas só podem ser adotadas quando houver demonstração concreta de que serão eficazes para satisfação do crédito e sem violar direitos fundamentais. No caso, o banco alegou que os executados mantinham padrão de vida luxuoso e estariam ocultando patrimônio, mas o entendimento foi de que a ausência de bens localizados, por si só, não comprova fraude.

A relatora também afastou o pedido de negativação dos nomes dos executados em órgãos de proteção ao crédito. Isso porque a dívida tem mais de 20 anos, ultrapassando o limite de cinco anos previsto na Súmula 323 do Superior Tribunal de Justiça para manutenção de registros negativos.

Por outro lado, foi mantido o bloqueio de cartões de crédito dos executados. A medida foi considerada adequada e proporcional por funcionar como forma indireta de restringir o consumo e estimular o pagamento da dívida, sem impor restrição excessiva a direitos fundamentais.

A decisão também levou em consideração entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça, firmado no Tema 1137, que autorizou a adoção de medidas executivas atípicas desde que observados critérios como proporcionalidade, razoabilidade, fundamentação adequada e utilização subsidiária, após o esgotamento dos meios tradicionais de cobrança.

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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