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Pauta de Julgamento no TodoJud garante mais previsibilidade e organização para operadores do Direito

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Na imagem, um celular branco exibe um logo dourado que lembra uma balança da justiça. Ao lado, em azul e dourado, lê-se Os operadores do Direito (advogados, promotores, procuradores e defensores públicos) que atuam diariamente no acompanhamento de processos judiciais agora têm à disposição uma ferramenta mais ágil e precisa para planejar suas agendas: a Pauta de Julgamento integrada ao TodoJud. Voltada ao público externo que depende de informações atualizadas para preparar sustentações, organizar prazos e estruturar estratégias jurídicas, a funcionalidade oferece um acesso claro, organizado e sempre atualizado sobre datas, sessões e processos pautados no Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT).
Com as informações consolidadas em um único ambiente digital, o TodoJud elimina a necessidade de buscas manuais em diferentes páginas e melhora significativamente a previsibilidade do trabalho jurídico. O profissional consegue visualizar rapidamente quando e onde seu processo será analisado, o que impacta diretamente na preparação técnica e no planejamento das atividades do escritório.
Mais previsibilidade, melhor planejamento – A Pauta de Julgamento foi estruturada para que operadores do Direito tenham autonomia total na consulta, inclusive fora do ambiente de trabalho. A visualização antecipada das sessões auxilia na preparação de sustentações orais, na conferência de documentos, na comunicação com as partes e no gerenciamento da agenda jurídica, especialmente em períodos de alta demanda.
Segundo a equipe de tecnologia responsável pelo desenvolvimento, o objetivo foi tornar a experiência de consulta mais intuitiva e confiável. A funcionalidade reforça o compromisso do TJMT em disponibilizar informações essenciais de forma acessível, segura e alinhada às necessidades reais da advocacia e demais usuários externos.
Consultas por número do processo, câmaras, turmas ou comarcas
A funcionalidade oferece múltiplas formas de pesquisa, tornando a experiência mais flexível e eficiente:
Pesquisa pelo número único do processo, permitindo localizar rapidamente a data e a situação do julgamento.
Filtro por Câmara ou Turma, ideal para quem acompanha rotineiramente sessões de órgãos específicos do TJMT.
Consulta por Comarca e por Lotação, ampliando a abrangência para audiências e julgamentos de primeiro grau.
Calendário mensal integrado, que destaca visualmente os dias com e sem audiência, facilitando o planejamento jurídico.
O calendário exibido na tela mostra, de forma intuitiva, as datas disponíveis. A interface diferencia dias que possuem audiência daqueles que não possuem, permitindo que o profissional visualize sua agenda de forma clara e objetiva.
Essa estrutura integrada reduz o tempo de busca, facilita o cruzamento de informações e garante mais segurança na preparação de sustentações e manifestações processuais.
ícone da Funcionalidade:

Passo 1: Na tela inicial do TodoJud, cliquem em “ver mais” para expandir os serviços.

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Passo 2: Selecione o serviço “Pauta de Julgamento”




Passo 3: na tela que se abrirá, você pode escolher pesquisar pelo número único do processo, pautas do Tribunal de Justiça e Turma Recursal ou Comarcas.




Passo 4: o calendário é exibido marcando os dias em que estão marcadas as sessões. Basta clicar na data para ver a pauta completa da sessão do dia.




Como baixar o TodoJud?


O aplicativo está disponível gratuitamente. Para instalar:
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Ou abra a loja de aplicativos do seu celular, pesquise por “TodoJud” e selecione o ícone oficial.
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Suporte ao usuário

Para orientações e esclarecimento de dúvidas, o TJMT disponibiliza atendimento pelo telefone:
📞 (65) 3617-3900

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT e TVCA promovem fórum “Destinos Roubados: a epidemia do feminicídio”

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A imagem mostra cinco mulheres e um homem sentados em cadeiras brancas num palco. Todos vestem roupas formais e têm pele clara. O homem é o juiz Marcos Terêncio, que veste terno escuro e usa óculos de grau. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em parceria com a TV Centro América (TVCA), realizou nesta sexta-feira (29), em Cuiabá, o fórum “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio”. O evento ocorreu no auditório da emissora e reuniu representantes do sistema de Justiça, forças de segurança, instituições públicas e especialistas para discutir ações de enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso.

O encontro integrou o encerramento do projeto jornalístico especial “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio”, série documental composta por cinco reportagens sobre violência doméstica, feminicídio e os impactos sociais provocados por esse tipo de crime. O trabalho foi dirigido pela jornalista Ariane Locatelli.

Representando o TJMT no fórum, participaram dos debates os magistrados da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, juiz titular Marcos Agostinho Terêncio e a juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa.

Rede de enfrentamento e prevenção

Durante o encontro, foram discutidos os principais desafios da rede de enfrentamento à violência doméstica, o acolhimento às vítimas, medidas de prevenção, atendimento aos órfãos do feminicídio e a integração entre as instituições.

A imagem mostra a juíza Ana Graziela falando ao microfone durante entrevista para a TV Justiça. Ela é uma mulher de pele clara, cabelos lisos e loiros e olhos escuros. Veste roupa preta. A juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa destacou que o fórum reuniu toda a rede de enfrentamento para refletir e, ao final, elaborar uma carta de compromissos com o objetivo de modificar a realidade da violência contra a mulher no estado.

Para ela, o fortalecimento das redes é fundamental para ampliar a proteção às vítimas. “Sozinho ninguém consegue resolver o problema da violência doméstica. Hoje, dos 142 municípios de Mato Grosso, 123 já possuem redes de enfrentamento instaladas. Esse é um espaço para fortalecer vínculos, promover maior engajamento e qualificar o atendimento prestado às mulheres”, ressaltou.

A magistrada também enfatizou a importância de ações preventivas e do trabalho voltado aos autores de violência doméstica. “Não adianta tratar apenas das mulheres. É preciso trabalhar também com o autor da violência. O homem que participa dos grupos reflexivos dificilmente volta a delinquir”, explicou.

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Ana Graziela destacou ainda iniciativas desenvolvidas pelo Poder Judiciário e parceiros, como o projeto “A Escola Ensina, a Mulher Agradece”, palestras sobre a Lei Maria da Penha nas escolas e capacitações realizadas com professores da rede pública. “Precisamos trabalhar desde cedo com as crianças e adolescentes para construir relações pautadas no respeito e impedir que novos casos de violência cheguem ao sistema”, concluiu.

Responsabilização e conscientização

A imagem mostra o juiz Marcos Terêncio durante sua participação no debate sobre violência doméstica. Ele é um homem de pele clara, cabelos grisalhos nas temporas, olhos escuros e usa óculos de grau. Está segurando o microfone com a mão direita. Veste terno e gravata pretos e camisa branca. O juiz Marcos Terêncio destacou que o enfrentamento à violência doméstica passa pela responsabilização dos agressores, mas também por ações de conscientização e transformação de comportamento.

O debate conduzido por ele no fórum abordou “a responsabilidade penal dos agressores, tanto pela punição propriamente dita, quanto pelos sistemas de autorresponsabilização”. Ele citou os Grupos Reflexivos para homens, desenvolvidos pelo Judiciário.

“A intenção é diminuir a reincidência, demonstrando, de um lado, que a punição é certa e célere e, de outro, fazer com que esses homens reflitam sobre a violência, o machismo enraizado e os impactos causados às vítimas e às próprias famílias”, afirmou.

O magistrado também ressaltou a importância da abordagem adotada durante a série exibida pela emissora. “As narrativas são dramáticas, mas não sensacionalistas. O protagonismo é da mulher. O agressor não deve ser o protagonista da história, mas precisa reconhecer o seu papel e compreender o que a violência causa para todos ao seu redor”, completou.

Parceria institucional

A imagem mostra o diretor de Conteúdo da TVCA, Marcello Rosa. Ele é um homem de pele clara, cabelos loiros curtos, olhos azuis e barba por fazer branca. O diretor veste camisa social azul clara. Atras dele aparece o palco do auditório da emissora. Para o diretor de Conteúdo da TVCA, Marcello Rosa, o enfrentamento à violência contra a mulher exige mobilização permanente da sociedade e atuação conjunta das instituições.

De acordo com ele, a parceria com o TJMT fortalece o debate e amplia a capacidade de mobilização social. “A Justiça é fundamental nesse processo. A melhor parceria possível é ter o TJ encabeçando a organização desse evento e trazendo outros players para essa discussão. É assim que vamos transformando a sociedade, mudando pensamentos e garantindo mais segurança para as mulheres, principalmente por meio da educação”, destacou.

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Do luto à luta

Alenir Gomes da Silva, mãe de uma vítima de feminicídio, participou da série documental. Aline tinha 20 anos e um filho de quatro anos quando foi morta pelo marido, em 2020.

“Ela tentava sair da relação, mas não conseguia. Muitas coisas ela não contava porque tinha medo dele. Eu tentei registrar boletim de ocorrência, mas naquela época diziam que quem precisava denunciar era a vítima”, relembrou.

Ao defender a importância de dar visibilidade aos casos de violência doméstica, Alenir explicou que decidiu participar da série para conscientizar outras mulheres e famílias. “Enquanto eu continuar falando, divulgando, alguém vai cair na real e perceber os sinais. É importante que ninguém esqueça.”

Ela também ressaltou a necessidade de investir em educação e prevenção desde a infância. “Tem que começar cedo, na escola, conscientizando meninos e meninas sobre respeito e sobre como a violência começa”, disse.

A imagem mostra o auditório da TVCA lotado com a plateia do fórum Destinos Roubados. A maioria da audiência é composta por mulheres. Carta de Compromisso Institucional

Ao final do fórum, as instituições participantes construíram uma Carta de Compromisso Institucional com propostas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de prevenção e combate ao feminicídio no estado, que somente neste ano já registrou 18 feminicídios, deixando órfãs 22 crianças e adolescentes, além de 79 tentativas de feminicídio.

Série disponível no Globoplay

Os episódios da série “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio” estão disponíveis no aplicativo Globoplay, com as edições exibidas entre os dias 25 e 29 de maio no telejornal Bom Dia MT.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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