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Oficina de Linguagem Simples forma servidores do TJMT para comunicação clara, acessível e inclusiva

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) segue ampliando as ações voltadas à acessibilidade e inclusão em toda a sua estrutura. Nos dias 17 e 18 de dezembro, os servidores participaram da Oficina de Linguagem Simples, uma capacitação que tem como foco principal facilitar a comunicação entre o Judiciário e o cidadão, tornando decisões, informações e atendimentos mais claros, acessíveis e compreensíveis.

A oficina, promovida com o apoio do Laboratório de Inovação do TJMT (InovaJusMT), teve carga horária de oito horas, distribuídas em duas tardes, e contou com a participação de centenas de servidores de diversas áreas do Poder Judiciário.

A vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, a desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, destaca que essas iniciativas demonstram o compromisso integral do Tribunal com a sociedade.

“Essas ações de acessibilidade e inclusão mostram que o poder judiciário não está aqui só para julgar recursos e processos, mas também para ajudar a sociedade, propondo soluções para os problemas existentes”, assegurou.

Comunicação clara como ferramenta de acessibilidade

Instrutora da oficina e gestora do InovaJusMT, Janaína Santos Taques destacou que a capacitação vai além de simplificar termos jurídicos: trata-se de garantir o direito do cidadão à informação.

“A oficina de linguagem simples é uma capacitação para que os servidores possam oferecer uma comunicação clara e acessível ao cidadão. O foco é o cidadão. O servidor aprende a se comunicar de forma clara, tanto na escrita quanto na fala, para que qualquer pessoa consiga entender o que o Judiciário faz, o que comunica, uma decisão ou o andamento de um processo. Esse é o foco da oficina”, explicou.

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Segundo ela, a proposta também envolve uma mudança cultural dentro da instituição.

“Às vezes usamos termos difíceis, como ‘jurisdicionado’, quando podemos simplesmente dizer ‘cidadão’. A capacitação reafirma o compromisso do Tribunal, que não apenas fala de acessibilidade, mas capacita o servidor para cumprir esse dever com excelência”, ressaltou.

Capacitação com impacto direto no atendimento

A oficina tem como objetivo desenvolver competências em técnicas de linguagem simples, promovendo uma comunicação direta, inclusiva e eficaz. A expectativa, segundo Janaína, é de resultados concretos no dia a dia do Judiciário.

“Acredito que essa capacitação vai trazer um impacto muito importante na acessibilidade do Poder Judiciário, porque prepara o servidor para se comunicar melhor com quem realmente importa: o cidadão”, afirmou.

Quem compartilha do mesmo pensamento é a diretora do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (DAJE), Shusiene Tassinari Machado, uma das participantes da oficina. Para ela essa é uma oportunidade ímpar, que auxilia na prestação do serviço ao cidadão.

“Ajuda a gente facilitar a nossa comunicação com os cidadãos, na criação e elaboração de textos mais claros e diretos, sem jargões e termos técnicos jurídicos. Com isso facilita o acesso às informações e melhora nossas entregas para a sociedade”, destacou.

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Reconhecimento nacional do CNJ

As ações desenvolvidas pelo TJMT na área da linguagem simples já renderam reconhecimento nacional. Na terça-feira (16), o Tribunal recebeu, em Brasília, o Selo Linguagem Simples, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Este é o segundo ano consecutivo que o Judiciário mato-grossense conquista a certificação, criada no âmbito do Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples.

O selo valoriza tribunais que investem em linguagem direta e compreensível, tanto nas decisões judiciais quanto na comunicação institucional com a sociedade.

O TJMT também disponibiliza em seu site o Manual de Linguagem Simples, que orienta magistrados e servidores sobre boas práticas de comunicação clara e acessível, reforçando o compromisso institucional com uma Justiça mais próxima, transparente e inclusiva.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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