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Janeiro Branco: um novo começo para cuidar da saúde mental

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Janeiro chega como uma folha em branco. Um tempo simbólico de recomeços, reflexões e escolhas. É nesse contexto que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) se une à campanha Janeiro Branco, um movimento nacional criado em 2014 com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para a importância da saúde mental e emocional.

A proposta do Janeiro Branco é simples e profunda: assim como o ano que se inicia, a mente humana também pode ser cuidada, revisitada e preenchida com mais atenção, equilíbrio e consciência. A campanha convida instituições públicas e privadas a reconhecerem que o cuidado com a saúde emocional deve ser uma prioridade coletiva e permanente, integrada ao cotidiano das pessoas e das organizações.

Em 2026, o movimento propõe uma reflexão sobre paz, equilíbrio e bem-estar emocional, estimulando o diálogo sobre como emoções, pensamentos e relações impactam diretamente a qualidade de vida. A iniciativa reforça a necessidade de ambientes mais acolhedores, relações mais saudáveis e ações que promovam o cuidado psicológico tanto no espaço profissional quanto na vida pessoal.

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Assim, ao abrir simbolicamente esta nova página do ano, o TJMT convida magistrados, servidores, colaboradores e a sociedade a refletirem sobre o que desejam escrever em sua própria história emocional, reforçando que cuidar da mente é um ato de responsabilidade, cidadania e justiça.

A campanha

A Lei Federal nº 14.556/2023, conhecida como Lei do Janeiro Branco, representa um marco na promoção da saúde mental no Brasil, A iniciativa é coordenada nacionalmente pelo Instituto de Desenvolvimento Humano Janeiro Branco (IDHJB) e conta com o apoio de psicólogos, instituições públicas e privadas, universidades, empresas e órgãos governamentais, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância do cuidado com a saúde mental.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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