Tribunal de Justiça de MT

Esmagis-MT avança na produção científica e fortalece o debate jurídico

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Des. Márcio Vidal posa para retrato oficial. Ele veste toga preta da magistratura, tem cabelos grisalhos e barba bem aparada. No peito, destaca-se uma medalha dourada pendurada por uma fita com as cores azul, branco e verde, simbolizando uma condecoração de mérito judiciário.A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso Desembargador João Antônio Neto (Esmagis-MT) conclui 2025 com importantes marcos voltados à promoção do conhecimento jurídico e à valorização da pesquisa acadêmica. Entre as principais conquistas do ano estão o lançamento da segunda edição da Revista Jurídica “Interface Direito e Sociedade” e a seleção dos artigos que irão compor duas obras inéditas: “Autismo e Inclusão” e “A magistratura em face dos desafios contemporâneos”.
Para o diretor-geral da Escola, desembargador Márcio Vidal, o ano de 2025 será encerrado com conquistas que reafirmam a missão da instituição de promover conhecimento jurídico de excelência e fortalecer a formação continuada da magistratura.
“O lançamento da segunda edição da nossa Revista Jurídica e a seleção dos artigos para duas obras temáticas representam muito mais do que publicações: são instrumentos de reflexão crítica e de valorização da pesquisa acadêmica. Essas iniciativas aproximam a prática judicial da academia, contribuem para decisões mais técnicas e inclusivas e consolidam a Escola como referência no debate sobre os grandes desafios contemporâneos do Judiciário”, afirmou.
Desembargadora Anglizey de Oliveira. Ela posa sorridente em um retrato oficial, exibindo longos cabelos escuros ondulados e maquiagem suave. Ela veste um blazer em tom verde-água sobre uma blusa de cor semelhante, transmitindo uma imagem de elegância e serenidade em um fundo neutro e claro. A composInterface Direito e Sociedade – No dia 28 de novembro, a Esmagis-MT lançou a segunda edição da revista “Interface Direito e Sociedade”, publicação virtual produzida em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) – Campus Cáceres. Criada em 2024, a revista se consolida como um fórum de excelência para o debate acadêmico e prático, reunindo artigos de magistrados, promotores, doutrinadores e acadêmicos.
“Ao lançarmos esta nova edição, reforçamos o nosso compromisso em congregar toda a comunidade jurídica: magistrados, promotores, doutrinadores e acadêmicos. Esta revista é o espaço ideal para que nossos profissionais, em especial nossos juízes que buscam o aprimoramento em seus mestrados e doutorados, possam expor suas ideias, trazendo artigos de grande impacto e contribuindo diretamente para a legitimidade democrática de nossas decisões judiciais”, registrou a desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira, editora-chefe da publicação e vice-diretora da Esmagis-MT.
“Com esta segunda edição, garantimos que a ‘Interface Direito e Sociedade’ seja não apenas uma obra, mas um verdadeiro fórum de excelência para o pensamento jurídico do nosso Estado”, complementou.
Já o coordenador pedagógico da Escola, juiz Antônio Veloso Peleja Júnior, reforçou que a iniciativa congrega a comunidade jurídica do Estado e apresenta artigos de grande impacto, assinados por autores renomados. “Nós temos doutrinadores, como Rennan Thamay; temos promotores, como Dr. Clóvis de Almeida Júnior e Miguel Slhessarenko Júnior; vários juízes… Nós estamos com o nosso mestrado e doutorado, então os juízes estão se qualificando bastante, e a revista é um espaço para que eles exponham as suas ideias, um espaço para que haja legitimidade democrática das decisões judiciais”, assinalou.
Capa de revista digital em tons de verde, estampa ave Tuiuiú em voo. O título é Integraram o conselho diretor da publicação o professor doutor Carlos Eduardo Silva e Souza (UFMT) e a professora doutora Maria Cristina Martins de Figueiredo Bacovis (Unemat), como editores-assistentes.
Obras temáticas: inclusão e desafios da magistratura – Além da revista, a Esmagis-MT publicou duas portarias que oficializam a seleção de artigos científicos para compor livros temáticos, que serão publicados sob o selo institucional da Escola.
“Autismo e Inclusão: Perspectivas Interdisciplinares da Magistratura e da Sociedade” – Em parceria com a Vice-Presidência do TJMT, a obra reunirá reflexões sobre inclusão, direitos fundamentais e acessibilidade no contexto social e jurídico.
Os textos aprovados abrangem temas como justiça restaurativa, educação inclusiva, interseccionalidade, diagnóstico precoce, metodologias de ensino, direitos fundamentais e construção de narrativas e experiências de inclusão no Judiciário.
“A magistratura em face dos desafios contemporâneos: entre o aprimoramento dos atos decisórios e o aumento massivo de lides” – Foram selecionados trabalhos que abordam temas como direitos humanos, interseccionalidade, execução penal, ações afirmativas, gestão judiciária, judicialização da saúde, justiça restaurativa, atuação do Poder Judiciário e desafios na produção de prova.
Essa seleção reforçou o compromisso institucional da Esmagis-MT em fomentar a produção científica e a difusão de conhecimento jurídico e interdisciplinar entre magistrados, servidores e comunidade acadêmica. Também observou diretrizes de valorização dos direitos humanos, inclusão e conscientização social.
Compromisso com a inovação – Com essas iniciativas, a Esmagis-MT reafirma sua posição como referência na formação continuada da magistratura e na promoção de um Judiciário moderno, ético e inclusivo. Ao incentivar a produção científica e aproximar a academia da prática judicial, a Escola contribui para decisões mais técnicas, reflexivas e alinhadas às demandas da sociedade.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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