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Comarca de Nobres abre seletivo para Serviço Social e Psicologia

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A Comarca de Nobres abriu processo seletivo para credenciar profissionais de Serviço Social e Psicologia que irão atuar na Vara Única do município. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, entre os dias 20 de fevereiro e 10 de março de 2026.

O edital foi publicado pelo juiz de Direito e diretor do Foro, Daniel Campos Silva de Siqueira, e prevê a formação de cadastro de reserva. Os profissionais credenciados poderão ser chamados conforme a necessidade da unidade judicial, contribuindo diretamente para o atendimento de famílias, crianças, adolescentes, vítimas de violência e demais pessoas envolvidas em processos judiciais.

A seleção será realizada por meio de análise documental e avaliação de títulos e experiência profissional. A inscrição deve ser feita no site https://processoseletivo.tjmt.jus.br . Não há cobrança de taxa, e cada candidato poderá se inscrever apenas uma vez.

Podem concorrer profissionais com graduação em Serviço Social ou Psicologia, reconhecida pelo Ministério da Educação, e registro ativo no respectivo Conselho Regional. É necessário ter mais de 21 anos, não possuir antecedentes criminais e atender aos demais requisitos previstos no edital.

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Entre os documentos exigidos estão diploma de curso superior, documentos pessoais, certidões negativas criminais da Justiça Estadual e Federal, comprovante de registro profissional, atestado de sanidade física e mental, além de currículo e certificados que comprovem experiência e formação complementar.

A classificação dos candidatos levará em conta o tempo de experiência profissional e a formação acadêmica. A pontuação máxima é de 10 pontos, somando critérios como tempo de serviço público, atuação na área específica e títulos de especialização, mestrado ou doutorado.

Em caso de empate, terão prioridade candidatos com maior idade, maior tempo de atuação como jurado e maior pontuação nos critérios de experiência e formação.

O resultado será divulgado no Diário da Justiça Eletrônico. Caberá recurso no prazo de dois dias após a publicação do resultado final.

O processo seletivo terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

O resultado foi publicado no Diárioda Justiça Eletrônico (DJe) de quarta-feira (11 de novembro), páginas 11 e 64.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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