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Comarca de Lucas do Rio Verde abre credenciamento para psicólogos

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A Comarca de Lucas do Rio Verde publicou o Edital nº 02/2026 para formação de cadastro de reserva de profissionais da área de Psicologia que desejam atuar junto ao Poder Judiciário.

O processo seletivo é promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso e tem como objetivo credenciar pessoas físicas para prestação de serviços técnicos em unidades judiciais da comarca, conforme as regras do Provimento nº 61/2020.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente de forma eletrônica, no período de 3 a 16 de março de 2026, por meio do Protocolo Administrativo Virtual (PAV), com a seleção da comarca de Lucas do Rio Verde.

O edital prevê apenas uma inscrição por candidato e estabelece que a seleção será realizada por análise documental e de títulos, considerando tempo de serviço público, experiência profissional e formação acadêmica, com pontuação máxima de dez pontos.

Para participar, é necessário possuir graduação em Psicologia, registro no conselho profissional, idade mínima de 21 anos, além de atender aos demais requisitos previstos no edital, como apresentação de certidões negativas e documentação comprobatória.

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O certame é coordenado pela Comissão de Apoio ao Processo Seletivo, presidida pelo juiz diretor do foro da comarca, Evandro Juarez Rodrigues, e terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

Confira o edital completo,com a relação de documentos exigidos, critérios de pontuação e atribuições doprofissional credenciado.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal do Júri condena homem a 29 anos por feminicídio em Paranatinga

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Após mais de 15 horas de julgamento, o Tribunal do Júri da Comarca de Paranatinga condenou Djavanderson de Oliveira de Araújo a 29 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pela morte da ex-companheira Juliana Valdivino da Silva. A sessão começou às 8h da manhã de terça-feira (26) e terminou às 23h20, sendo presidida pelo juiz substituto Tiago Gonçalves dos Santos.

Além do feminicídio, o réu também foi condenado pelos crimes de perseguição e violência psicológica contra a mulher. O Conselho de Sentença reconheceu as qualificadoras de motivo fútil, emprego de fogo e recurso que dificultou a defesa da vítima.

O crime ocorreu em 9 de setembro de 2024. Conforme as investigações, o acusado atraiu a vítima até a antiga residência do casal sob o pretexto de que precisava de ajuda após um atropelamento. No local, jogou combustível sobre a mulher e ateou fogo. Juliana sofreu queimaduras em aproximadamente 90% do corpo e morreu após 16 dias internada.

A sentença destaca que o crime foi premeditado. Segundo o processo, o acusado comprou combustível horas antes do feminicídio e utilizou uma falsa história para convencer a vítima a retornar ao imóvel.

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Na decisão, o magistrado negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou a execução imediata da pena.

O crime ocorreu em setembro de 2024, a denúncia foi recebida em outubro do mesmo ano, a audiência de instrução foi realizada em janeiro de 2025 e a sentença de pronúncia foi proferida em março de 2025. O julgamento pelo Tribunal do Júri ocorreu menos de dois anos após o crime.

O processo tramita sob o número 1002402-82.2024.8.11.0044 e como toda decisão de Primeiro Grau é passível de recurso.

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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