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Comarca de Araputanga celebra 33 anos de atuação e serviços à população

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A Comarca de Araputanga completa 33 anos de instalação nesta sexta-feira (28 de novembro) reafirmando o compromisso do Judiciário mato-grossense com serviços céleres, qualificados e próximos da população. Instalada em 28 de novembro de 1992 pela Lei nº 5.867/1991, a unidade atua como referência regional na oferta de Justiça, atendendo os municípios de Araputanga, Indiavaí e Reserva do Cabaçal.

Com estrutura de entrância inicial e Vara Única, a comarca conduz atualmente 2.496 processos, sob responsabilidade de uma equipe formada por 44 profissionais, entre servidores efetivos, estagiários, credenciados, terceirizados, voluntários e comissionados, além do magistrado diretor do foro.

Ao longo de sua trajetória, a Comarca de Araputanga tem se destacado tanto pela produtividade quanto pela proximidade com a comunidade. Essa relação direta com a população, somada ao empenho das equipes e à evolução administrativa, contribuiu para consolidar a unidade entre as mais atuantes da região.

O juiz diretor do foro, Dimitri Teixeira Moreira dos Santos, ressalta que o desempenho da comarca é fruto de um histórico de dedicação coletiva e de forte integração com a sociedade local. “A história desta Comarca é caracterizada por diversos feitos e triunfos, o que a eleva à condição de uma das mais notáveis em Mato Grosso. Tal distinção não surge ao acaso, mas é o resultado de uma administração que prioriza o rendimento e a primazia. A unidade jurisdicional tem destaque nos índices do Tribunal de Justiça, demonstrando produtividade e qualidade na prestação jurisdicional”, disse.

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O magistrado também destaca o papel essencial das equipes que atuam diariamente na unidade. “O êxito é construído diariamente por servidores, magistrados e outros profissionais, os quais manifestam aptidão e conduta exemplar no exercício de suas atribuições.”

Para ele, a localização de Araputanga, em região de fronteira, não representa desafio maior do que a força da própria comunidade. “A localização geográfica de Araputanga, em área de fronteira, torna-se um mero pormenor ante a vontade de seus habitantes como motor do avanço. A Comarca de Araputanga reflete essa essência, estando profundamente vinculada ao seu entorno social”, explica o magistrado.

“Os cidadãos de Araputanga apoiam o conceito de justiça, participando de forma colaborativa e atuante. Esta sinergia entre a jurisdição e a comunidade é a base sólida para a harmonia social e o desenvolvimento regional”, acrescenta o juiz.

A longa trajetória da comarca também é marcada pela dedicação dos servidores que acompanharam de perto sua evolução. Entre eles está Juscenil Alves Arruda Souza, que atua no Poder Judiciário há mais de 30 anos e relembra as transformações vividas pela unidade. “Durante esse tempo vi o Judiciário passar por diversas evoluções, principalmente no setor da informática e tecnologia, que melhorou nossos sistemas de trabalho. Passamos da era da máquina de escrever, a Olivetti manual e elétrica, até a surpreendente Inteligência Artificial, que está ganhando seu espaço”, conta a servidora.

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Juscenil destaca ainda o olhar atento da instituição para as equipes. “Como servidora, vejo um olhar diferenciado por parte do Tribunal. Somos mais valorizados, e isso se reflete na ótima qualidade dos serviços entregues ao público e também no bem-estar dos servidores, é claro.”

Com gratidão, ela reforça seu carinho pela profissão e pela comarca onde construiu sua trajetória. “Sou grata a Deus por permitir viver minha vida profissional fazendo o que gosto, com amor, presteza e dedicação. Tenho gratidão ao Poder Judiciário, que nos proporciona boas condições materiais, físicas e psicossociais para desenvolver nosso trabalho com esmero, e também à nossa excelente equipe local.”

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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