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Wilson Santos diz que mais de 50 mil alunos precisam de atendimento especializado na educação de MT

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Com atuação na área de inclusão social, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) esteve presente em audiência pública da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta segunda-feira (23), que debateu sobre a contratação de Professores de Apoio Pedagógico Especializado (Pape) para atender estudantes da rede estadual de ensino. O encontro foi requerido pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT) com a presença do secretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto, que prestou os devidos esclarecimentos sobre o tema.

“Nestes últimos 10 anos, estabeleci que uma das minhas prioridades seria trabalhar a educação inclusiva. Um de nossos resultados, é que garantimos mais de 14 leis de minha autoria, em favor do público autistas e seus familiares – e outras oito leis para pessoas com dislexia. Se somarmos o número de alunos com autismo, dislexia, discalculia, síndrome de down, entre outros transtornos de neurodesenvolvimento, temos mais de 15% dos alunos. São mais de 300 mil alunos na rede pública estadual de ensino, o que equivale a mais de 50 mil alunos que precisam de uma educação e olhar diferenciado”, posicionou o parlamentar.

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Durante a audiência, Alan Porto reafirmou o compromisso em atender todos os alunos que necessitam de um atendimento especial nas 628 escolas estaduais, sendo que em 2025 tinham 2.231 profissionais de apoio atribuídos na educação para 2.900 estudantes e, no início deste ano – o número aumentou para 2.385 para atender um total de 3.665. Também, adiantou que espera ainda essa semana, fechar as 650 vagas abertas no sistema para manter todos os estudantes assistidos. “Dependendo do suporte, um profissional consegue atender até dois alunos – conforme o laudo”, esclareceu o secretário.

Na oportunidade, Wilson Santos reconheceu o trabalho realizado pela Seduc que apresenta bons avanços no atendimento às famílias atípicas. “A Seduc tem avançado e feito, mas não na velocidade necessária. O estado este ano, vai arrecadar mais de R$ 50 bilhões e tem direito de remanejar 20% para a educação. O tema de inclusão social é de interesse da sociedade e parabenizo o colega parlamentar Lúdio Cabral pela iniciativa em atualizar o cenário da contratação de Papes”, finalizou.

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Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde suspende oitivas durante período eleitoral

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) suspendeu, nesta quarta-feira (2), as reuniões com convocações e oitivas durante o período eleitoral. A decisão foi comunicada após a leitura de parecer da Procuradoria-Geral da Casa Leis, que considerou juridicamente possível a suspensão dos trabalhos. O documento foi ratificado pela Mesa Diretora.

Com a medida, não foram realizados os depoimentos previstos para esta tarde. Seriam ouvidos o ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo e o atual ocupante da pasta, Juliano Melo. A reunião foi encerrada após a leitura do parecer.

Conforme o calendário definido nesta quarta-feira, os trabalhos com reuniões abertas e convocações serão retomados em 7 de outubro, primeira quarta-feira após o primeiro turno da eleição. Durante a suspensão, a CPI poderá continuar atividades internas relacionadas à produção do relatório e receber documentos e informações que contribuam para a investigação.

Segundo o procurador da Assembleia, Francisco Brito, a suspensão foi solicitada pela maioria absoluta dos integrantes da CPI para preservar a lisura do processo eleitoral e evitar eventuais interferências dos trabalhos da comissão no pleito. Ele avaliou que a suspensão não compromete o andamento da apuração diante do volume de documentos já reunidos.

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“Já há muito documento produzido, o relatório do Tribunal de Contas do Estado, o inquérito da Polícia Federal, a perícia da Polícia Federal e também os próprios pareceres da Procuradoria-Geral do Estado”, afirmou.

O procurador ainda esclareceu que os trabalhos devem ser concluídos até o término da atual legislatura, que ocorre em 31 de janeiro de 2027.

A CPI investiga possíveis irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, relacionados às investigações que resultaram na Operação Espelho. Na reunião da semana passada, a comissão ouviu a ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar Carolina Campos e o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira.

Fonte: ALMT – MT

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