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Dr. João destaca transferência de conhecimento com aprovação de gestão do Albert Einstein no Hospital Central

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou por maioria, durante sessão plenária desta quarta-feira (16), o Projeto de Lei Complementar que permite à Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein administrar o novo Hospital Central de Cuiabá. O substitutivo integral contou com emenda do primeiro-secretário Dr. João (MDB) e do presidente da ALMT, Max Russi (PSB).

“Estamos muito felizes de ter um hospital de grande porte, de primeiro mundo, para cuidar dos nossos pacientes, do povo mato-grossense. Esta aprovação marca o início de uma nova era para nossa saúde pública”, declarou Dr. João.

Um dos pontos mais importantes do substitutivo aprovado foi a emenda apresentada pelo parlamentar e pelo presidente da ALMT que estabelece no Artigo 7º a obrigatoriedade de transferência de conhecimento técnico do Albert Einstein para a rede pública estadual.

A emenda determina que o contrato de gestão deve incluir o compartilhamento de protocolos assistenciais e práticas de gestão de excelência; a transferência de tecnologias e metodologias operacionais avançadas; programas de capacitação contínua para profissionais da saúde estadual; Intercâmbio de profissionais entre o Albert Einstein e a rede pública e o compartilhamento de ferramentas de gestão hospitalar.

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“Esta emenda foi crucial para garantir que o legado do Albert Einstein não se limite apenas à gestão do Hospital Central, mas transforme toda a rede pública de saúde de Mato Grosso. Estamos assegurando que o conhecimento e as melhores práticas sejam absorvidos progressivamente pelos nossos profissionais”, explicou Dr. João.

O Parágrafo único do artigo detalha que essa transferência se dará através de treinamentos, cooperação técnica e outras formas de capacitação, criando as bases para que, no futuro, o estado possa replicar esses padrões de excelência em outras unidades de saúde.

“É um dia inédito para toda a classe política. Parabéns ao governo do estado e todos envolvidos neste projeto. Deus vai nos iluminar, o povo vai ser muito bem atendido, teremos uma qualidade de vida muito maior para todos que moram na nossa terra”, completou Dr. João, destacando o impacto positivo que a parceria trará para a população.

Com o aval da ALMT, o governo estadual deve formalizar o contrato com o Albert Einstein no próximo dia 22 de abril. A decisão ainda precisa do aval do Tribunal de Contas do Estado (TCE), cujo presidente, Sérgio Ricardo, já garantiu celeridade no processo após, a aprovação legislativa.

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O Hospital Central, cuja obra estava paralisada por 34 anos e foi retomada em 2021, está com 98% das obras concluídas e deve entrar em operação em setembro de 2024. O investimento total do Governo de Mato Grosso na obra chega a R$ 221,8 milhões.

A administração pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einsteinn, referência nacional e internacional em excelência hospitalar, promete melhorar o atendimento à população mato-grossense. O modelo permitirá que a expertise de um dos melhores hospitais do mundo seja aplicada no sistema público de saúde do estado.

“Hoje escrevemos uma nova página na história da saúde de Mato Grosso. O povo mato-grossense merece o melhor, e com o Albert Einstein à frente do Hospital Central, teremos atendimento de primeiro mundo no serviço público. Esta é a materialização de um sonho que perseguimos por anos, e que agora se torna realidade para beneficiar milhões de cidadãos”, finalizou o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT

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Leis estaduais reforçam ações de prevenção e segurança no trânsito em Mato Grosso

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Leis aprovadas pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nos últimos anos tratam de situações de risco no trânsito e preveem medidas voltadas a motoristas, motociclistas, ciclistas, pedestres e estudantes. As normas ganham destaque durante a Semana Nacional do Trânsito, realizada de 18 a 25 de setembro e dedicada à educação e à segurança nas vias.

Entre as normas está a Lei nº 11.591/2021, que estabelece regras para a sinalização em obras realizadas em rodovias estaduais. O texto determina que, quando houver obstáculos ou redutores de velocidade no local da obra, seja instalada sinalização adequada e suficiente para prevenir acidentes.

Além da sinalização e das condições das vias, a infraestrutura e a conscientização também são apontadas por representantes de motoristas por aplicativo como fatores importantes para a redução de acidentes nos perímetros urbanos. O vice-presidente da Associação dos Motoristas por Aplicativo de Mato Grosso (AMA-MT), Anderson Ferreira Neto, cita as condições das vias de Cuiabá e Várzea Grande e defende ações educativas.

“Esse asfalto ruim aumenta os acidentes e acelera o processo de desgaste dos veículos”, afirmou. Ele também considera necessárias campanhas sobre os riscos do álcool e das drogas ao volante, além de ações de orientação sobre a travessia de pedestres e a construção de passarelas e faixas elevadas.

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Foto: JLSiqueira / Secretaria de Comunicação Social

A Lei nº 12.711/2024 estabelece campanha de orientação para o uso seguro da faixa de segurança de pedestres. Já a Lei nº 12.905/2025 institui o Programa Rota Escolar Segura, voltado à segurança e ao bem-estar das crianças nos trajetos entre casa e escola, com medidas para prevenir situações de risco.

A proteção de quem utiliza a bicicleta é outro aspecto abordado pelas normas aprovadas pela Assembleia. A Lei nº 13.018/2025 altera dispositivos da legislação de incentivo, proteção e respeito aos ciclistas e institui a Semana Estadual de Conscientização e Prevenção de Acidentes ao Ciclista.

Entre os trabalhadores que dependem diretamente das vias para exercer suas atividades, os motoristas de aplicativo são contemplados por medidas específicas. A Lei nº 12.634/2024 estabelece medidas de segurança para usuários e motoristas de aplicativos. Entre as previsões estão cadastro de usuários e condutores, exigência de documentos e antecedentes criminais, possibilidade de reconhecimento facial, botão de pânico, rastreamento e câmeras internas nos veículos.

A presidente do Sindicato dos Motoristas por Aplicativo, Solange Menacho, relata que o botão de pânico teve resultado positivo na experiência da categoria. Segundo ela, após a implantação da ferramenta, houve grande redução nos assaltos, embora os casos tenham voltado a ocorrer recentemente.

Já Anderson Ferreira Neto aponta que, apesar da existência dos mecanismos, parte dos trabalhadores ainda encontra dificuldade para ter acesso às ferramentas de segurança. Segundo ele, o botão de pânico e outros dispositivos oferecidos pelo Estado não chegam à maioria dos motoristas, enquanto o custo de instalação de câmeras pode ficar fora do orçamento dos profissionais.

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Além das medidas diretamente relacionadas à segurança, a legislação também prevê a possibilidade de adoção de incentivos fiscais, tributários e linhas de crédito para a renovação dos veículos utilizados pelos motoristas. Para Anderson, incentivos são importantes diante dos custos de combustível, manutenção e aquisição de veículos enfrentados pela categoria.

As medidas voltadas aos trabalhadores do trânsito também alcançam os profissionais que utilizam motocicletas como ferramenta de trabalho. A Lei nº 12.188/2023 institui política de incentivo à segurança dos mototaxistas e motoboys e à renovação das motocicletas utilizadas como ferramenta de trabalho. A norma prevê campanhas de prevenção de acidentes, acompanhamento e tratamento de profissionais vítimas de acidentes de trabalho, aperfeiçoamento profissional e possibilidade de incentivos para renovação da frota.

Para a presidente do Sindicato dos Motoristas por Aplicativo, Solange Menacho, a legislação é uma importante conquista para a categoria, mas ainda não houve, segundo ela, apoio do governo estadual para colocar as medidas em prática.

Fonte: ALMT – MT

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