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PRF apreende ouro transportado ilegalmente em duas ocorrências distintas na BR-174B, em Mato Grosso

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Em duas ações distintas realizadas entre os dias 17 e 20 de abril de 2025, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por meio do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) de Pontes e Lacerda, apreendeu mais de 1.350 gramas de ouro transportados ilegalmente por ocupantes de veículos provenientes de áreas de garimpo da região oeste de Mato Grosso.

Na primeira ocorrência, registrada no dia 17, uma caminhonete Toyota Hilux foi abordada na BR-174B após sair de uma estrada vicinal de acesso a garimpos. O veículo trafegava em alta velocidade e realizou ultrapassagens perigosas, o que motivou o acompanhamento tático por parte da equipe PRF. Após ser interceptado, foram realizadas buscas pessoais nos ocupantes, resultando na apreensão de aproximadamente 1.270 gramas de ouro ocultados em diferentes partes do corpo. Os envolvidos não apresentaram documentação legal para o transporte do minério.

Já na segunda ocorrência, no dia 20, um veículo Fiat Cronos foi abordado após manobra irregular na BR-174, nas proximidades de Conquista d’Oeste. Durante a fiscalização, a equipe localizou aproximadamente 80,3 gramas de ouro em posse de três passageiros, além de embalagens com mais porções do material escondidas no veículo. 

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Nas duas ações, os veículos, os materiais apreendidos e os conduzidos foram encaminhados à Polícia Federal para os devidos procedimentos.

A PRF destaca que o transporte e a posse de ouro extraído de forma irregular configuram crime de usurpação de bem da União, conforme previsto no artigo 2º da Lei nº 8.176/1991, e reitera seu compromisso no combate aos crimes ambientais, à extração ilegal de minérios e à segurança nas rodovias federais.

Fonte: PRF – MT

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Polícia Civil autua homem em flagrante por homofobia, ameaça e perseguição em Cuiabá

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Um homem que vinha ameaçando de morte e perseguindo um vizinho, em razão da sua orientação sexual, foi preso em flagrante em uma ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar, na noite de domingo (8.6), em Cuiabá.

O suspeito, de 39 anos, foi conduzido à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde, após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelos crimes de ameaça, perseguição e homofobia.

A prisão ocorreu após a equipe da Polícia Militar ser acionada para atendimento de uma denúncia no bairro CPA III. No local, a vítima relatou que vinha sofrendo, há vários dias, ameaças de morte e ofensas motivadas por sua orientação sexual, além de atos de intimidação praticados pelo suspeito.

Segundo as informações apuradas, além de proferir expressões pejorativas de cunho homofóbico, o investigado chegou a impedir a saída da vítima da residência, intensificando o temor por sua integridade física. A vítima informou ainda possuir gravações em áudio contendo as ameaças feitas pelo vizinho.

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Diante da situação de flagrante, o suspeito foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde em análise dos fatos, o delegado Vinicius de Assis Nazário entendeu que a conduta não se restringia aos crimes de ameaça e perseguição, sendo caracterizada também a prática de discriminação em razão da orientação sexual da vítima, configurando o crime previsto no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/89.

“Conforme entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), atos de homofobia e transfobia são equiparados ao crime de racismo, em razão da omissão legislativa, sendo aplicadas as disposições da Lei de Racismo (Lei nº 7.716/89)”, explicou o delegado.

Diante dos elementos colhidos, o delegado lavrou a prisão em flagrante do suspeito pelos crimes de homofobia, ameaça e perseguição, todos em concurso material. Em razão da soma das penas máximas previstas para os delitos ultrapassarem o limite legal para arbitramento de fiança, o investigado permaneceu preso, sendo colocado à disposição da Justiça.

O delegado destacou que a Polícia Civil de Mato Grosso tem atuado de forma firme no enfrentamento aos crimes motivados por preconceito e discriminação.

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“A discriminação em razão da orientação sexual da vítima torna a conduta mais grave e não pode ser tratada como simples injúria. A Polícia Civil está atenta para garantir a correta tipificação desses crimes e assegurar a proteção das vítimas”, ressaltou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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