POLÍCIA

Polícia Militar prende mulher com 15 tabletes de maconha e pistola em Várzea Grande

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Policiais militares do 25º Batalhão prenderam uma mulher, de 19 anos, por tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma, na manhã desta segunda-feira (23.3), em Várzea Grande. Com a suspeita, foram apreendidos 15 tabletes de maconha e porções de outras drogas, além de uma pistola de numeração raspada e munições.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 25º BPM foi acionada para apurar uma suposta situação de violência doméstica, no bairro Manga. O denunciante do caso afirmou ter ouvido gritos de uma mulher vindos de um residencial de quitinetes.

Os policiais se deslocaram rapidamente ao local e pularam o muro do residencial, flagrando uma discussão verbal entre um casal, sendo que ambos estavam com porções de drogas em suas mãos. Os dois suspeitos tentaram fuga ao verem os militares. A suspeita foi detida dentro da casa, enquanto o homem conseguiu fugir em uma motocicleta.

Em seguida, a PM realizou buscas na casa, encontrando primeiramente uma pistola de calibre .40 de numeração raspada e carregada com 10 munições. Ainda no local, foram localizados cinco tabletes de maconha e mais porções da mesma droga.

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A suspeita indicou outras duas quitinetes que eram usadas pelo casal. Nos imóveis, foram encontrados mais 10 tabletes de maconha, porções de cocaína e pasta base de cocaína e frascos de lança-perfume. Também foram apreendidas balanças de precisão e outros materiais utilizados para embalar e traficar as drogas.

Para os policiais, a mulher confirmou a propriedade dos entorpecentes e negou estar sendo vítima de violência doméstica, alegando que apenas discutia com o suspeito.

Diante da situação, ela foi conduzida para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

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A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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