POLÍCIA

Polícia Civil resgata cachorro após denúncias de maus-tratos em Barra do Garças

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Um cachorro em possível situação de maus-tratos e abandono foi resgatado pela Polícia Civil, no domingo (14.01), em um apartamento pertencente a um conjunto habitacional, próximo a rodoviária de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá).

As diligências iniciaram após a equipe da Polícia Civil ser acionada pela Vara Judicial Plantonista e por outro terminal telefônico, sobre o suposto crime de maus-tratos animais.

Com base nas informações, os policiais civis plantonistas junto à Brigada Municipal de Barra do Garças e à equipe do Corpo de Bombeiros foram até o local, onde foram recebidos pelo proprietário do animal, que franqueou a entrada das equipes para verificação da denúncia.

Os policiais realizaram o resgate do animal e conduziram o proprietário à Central de Flagrantes de Barra do Garças, para prestar esclarecimentos, sendo realizadas todas as diligências preliminares e providências necessárias para apuração dos fatos.

O animal ficou sob os cuidados do curador de animais da cidade e submetido a avaliação de clínica veterinária para verificação se realmente o animal estava sendo alvo de maus-tratos ou abusos.

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O delegado Joaquim Leitão Júnior reforçou o compromisso da instituição da Polícia Civil de Mato Grosso na repressão e combate aos crimes ambientais. “A Polícia Civil está vigilante sobre a questão de maus-tratos de animais domésticos e que qualquer infração praticada contra os animais será devidamente aplicada a norma penal em face do infrator”

O crime de maus-tratos a animais domésticos é punido com reclusão de dois a cinco anos, além multa e proibição da guarda do animal. Em caso de morte, a pena poderá ser acrescida de 1/3 a 1/6 e multa de até 40 salários-mínimos.

As investigações seguem em andamento na 1° Delegacia do Centro de Barra do Garças.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Operação da Polícia Civil desarticula central de golpes virtuais em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15.10), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

¿Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.

¿As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

¿A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

¿Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

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¿Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

¿Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

¿As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

¿Persona Sintética
¿
O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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