Cerca de 130 metros de cabo de cobre subtraídos de uma escola estadual em Água Boa, foram recuperados pela Polícia Civil, na tarde de segunda-feira (13.04). O adolescente suspeito de ser um dos autores do furto foi identificado e conduzido para prestar esclarecimentos.
As diligências iniciaram logo após a Polícia Civil ser acionada para apurar a subtração de aproximadamente 130 metros de cabo nu de cobre, um alicate e um jogo de chaves de fenda de cor vermelha, pertencentes à uma escola.
O comunicante relatou que o crime ocorreu entre a noite de sábado (11) e a madrugada de domingo (12), tendo em vista que este permaneceu trabalhando no local até o final da tarde de sábado. Ao retornar na segunda-feira (13), verificou a ausência dos materiais.
Conforme apurado, alguns cabos de aço foram desenterrados no local, contudo, não foram subtraídos, possivelmente porque os suspeitos perceberam que não se tratava de cobre e, portanto, não possuíam valor comercial relevante.
Durante diligências os policiais civis identificaram um endereço onde haviam vários materiais de origem suspeita, dentre eles, fios de cobre. No local foi verificado que se tratava dos produtos furtados.
O menor de idade responsável pelos materiais foi localizado em uma praça pública, e durante entrevista confessou o furto praticado junto com seu comparsa.
Diante dos fatos, ele foi conduzido à Delegacia de Água Boa, e autuado por ato infracional análogo ao crime de furto.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.
Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.
Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.
Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.
Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.
As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.
Nome da operação
O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.
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