POLÍCIA

Polícia Civil prende homem condenado por estupro de vulnerável e pornografia infantil

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A equipe de policiais civis da Delegacia de Polícia de Água Boa deu cumprimento, na tarde de quarta-feira (8.4), por volta das 17h, a um mandado de prisão condenatória expedido pelo Juízo da Comarca local.

O alvo, um homem de 39 anos, foi sentenciado a 26 anos de reclusão pelos graves crimes de estupro de vulnerável e produção de material pornográfico infantil, tipificados nos arts. 217-A e 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/1990), combinados com o Código Penal.

Os fatos remontam a 2013, quando investigações minuciosas conduzidas pela Polícia Judiciária Civil de Água Boa revelaram as práticas criminosas ocorridas nesta cidade. Após apuração probatória, o investigado foi processado e condenado judicialmente, com trânsito em julgado da sentença. A captura demonstra o compromisso da equipe em combater crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes, priorizando a proteção de vulneráveis e a aplicação célere da lei penal.

Após o cumprimento dos trâmites legais, o condenado foi transferido ao presídio local para o início da execução da pena. A prisão é o desfecho de uma investigação da Delegacia de Água Boa voltada ao combate de crimes de alta gravidade na região.

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A Polícia Civil parabeniza a equipe pela operação impecável e reafirma seu papel estratégico na segurança pública municipal, com foco em inteligência policial e parcerias institucionais.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil desarticula grupo criminoso envolvido em furtos de cargas de soja em fazenda de Sapezal

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15.10), a Operação Fantasma, para cumprimento de ordens judiciais no âmbito de uma investigação que apura uma série de furtos de cargas de soja em grãos em uma fazenda, no município de Sapezal, a 480 quilômetros de Cuiabá.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra, com base nas investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

Ao todo, são cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão, além de medidas para apreensão de cinco conjuntos veiculares, entre caminhões-tratores, reboques e semirreboques. As ordens judiciais são cumpridas nos municípios de Sapezal, Rondonópolis e Sinop.

Investigação

As investigações da GCCO/Draco identificaram dez episódios de carregamento irregular de soja, ocorridos entre janeiro e agosto de 2026. Segundo as investigações, os crimes envolviam a utilização de veículos e motorista em esquema estruturado, com indícios de participação de funcionários e terceiros.

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Conforme os elementos reunidos no inquérito, veículos entravam na propriedade, eram carregados com os grãos e deixavam a fazenda sem cumprir os procedimentos habituais de controle, pesagem, documentação e liberação da carga.

A apuração apontou indícios de uma atuação coordenada entre pessoas que desempenhavam diferentes funções, tanto no interior da unidade rural quanto no transporte externo da mercadoria. A dinâmica investigada envolvia etapas como o controle de acesso à propriedade, a classificação e pesagem dos grãos, o carregamento e a saída dos veículos.

Durante as investigações, os policiais realizaram a análise de imagens do sistema de videomonitoramento, registros de áudio da guarita, leituras automatizadas de placas, controles de entrada e saída, jornadas de trabalho e outros documentos operacionais.
O cruzamento das informações permitiu identificar a repetição do mesmo padrão em diferentes ocasiões, além da utilização recorrente de determinados veículos nos episódios investigados.

Apreensão em Rondonópolis

Um dos furtos praticados pelo grupo criminoso, ocorrido no dia 14 de agosto deste ano, após a saída de um conjunto veicular da fazenda, foi possível acompanhar o transporte da carga até Rondonópolis, onde a soja foi localizada e apreendida.

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A carga foi posteriormente restituída à empresa vítima e a ação contribuiu para o aprofundamento das investigações e para a identificação de pessoas suspeitas de envolvimento no transporte da mercadoria.

Os levantamentos também apontaram possíveis comunicações relacionadas ao agendamento dos caminhões, à autorização de entrada, ao carregamento e à saída dos veículos, além de referências a valores, pagamentos e à possível tentativa de apagar conversas.

Ordens judiciais

As medidas judiciais buscam aprofundar a coleta de provas e preservar elementos que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos. As buscas têm o objetivo de apreender aparelhos celulares, computadores, documentos, registros de transporte e outros materiais relacionados aos carregamentos investigados.

A investigação continua em andamento, com o objetivo de esclarecer a participação individual dos suspeitos, identificar a destinação das cargas subtraídas e verificar a possível participação de outras pessoas na dinâmica criminosa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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