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Polícia Civil prende estelionatário que deu golpe de R$ 170 mil alegando que tinha herança

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Um estelionatário que deu um golpe de R$ 170 mil em uma família de Barra do Garças foi preso pela Polícia Civil, nesta semana, no interior do estado de Goiás.

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garças apurou que o criminoso se aproximou das vítimas, após ganhar a confiança da família, e conseguiu.

Para alcançar o objetivo, ele inventou que seria parte de uma ação milionária de partilha de bens na Justiça de Goiás e alegou que havia despesas processuais para as quais ele não dispunha de recursos. Depois, ele convenceu a família a lhe emprestar os valores, até as vítimas perceberem que estavam sendo enganadas.

Além do dinheiro dado pela família, parte proveniente de financiamento bancário, o criminoso convenceu as vítimas a lhe emprestar um veículo alegando que precisava comparecer a uma audiência no Fórum de Goiânia.

Enquanto estava com o veículo das vítimas, o criminoso percorreu 7 mil quilômetros no período de dois meses e ainda acumulou uma dívida de R$ 1.800,00 em multas.

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Para conseguir convencer as vítimas, o criminoso contou com o auxílio de sua mãe que induziu a família a acreditarem na narrativa contada pelo filho, solicitando documentos e mandando áudios sobre os procedimentos processuais atualizados.

Ao longo da investigação, a Derf reunir diversos documentos, áudios e mensagens escritas que confirmaram o esquema do criminoso e sua mãe para obter os valores.

Com as provas obtidas, o delegado Nelder Martins fez a representação criminal pela prisão preventiva do investigado, que estava mais em Barra do Garças.

Com o mandado de prisão expedido pela 2a Vara Criminal de Barra do Garças, o criminoso foi localizado e preso no município de São Luís de Montes Belos (GO), onde está à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende suspeitos de homicídio que moravam perto da vítima

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13.10), a Operação Vizinho do Inimigo, para o cumprimento de quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

A ação é resultado das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis sobre o homicídio de um homem, de 45 anos, ocorrido no início de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no dia 5 de setembro, dois homens chegaram ao imóvel em uma motocicleta, entraram na residência e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm. A dinâmica do crime indicou uma ação planejada, que impossibilitou qualquer reação da vítima.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos do crime. Um jovem de 23 anos é apontado como o autor dos disparos. Já o segundo investigado, de 26 anos, que morava perto da vítima, teria monitorado a rotina do vizinho e arrombado o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores.

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Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil solicitou os mandados à Justiça e deflagrou a operação nesta terça-feira (13).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito de 23 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Parque Universitário. No imóvel, os policiais apreenderam porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e mais de R$ 5 mil em dinheiro.

Diante do material encontrado, o investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, além de ter sido preso temporariamente no âmbito das investigações sobre o homicídio.

Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do segundo investigado, também no bairro Parque Universitário. Ele não foi localizado durante a diligência e continua sendo procurado pelas equipes policiais.

As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido na ação, apontado como o piloto da motocicleta, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos suspeitos em uma facção criminosa com atuação no município.

O nome da operação, Vizinho do Inimigo, faz referência ao fato de que os dois investigados identificados residiam nas proximidades da casa da vítima, circunstância que, segundo a investigação, teria facilitado o monitoramento da rotina e a execução do crime.

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O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias, com o indiciamento dos investigados pelos crimes apurados, conforme os elementos reunidos durante a investigação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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