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Polícia Civil prende dois empresários por furto de energia mediante fraude em VG

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Dois empresários do ramo de distribuidora de bebidas, no município de Várzea Grande, foram presos pela Polícia Civil, no final da tarde de quarta-feira (23.4), pelo crime de furto de energia elétrica mediante fraude.

A ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Várzea Grande, que resultou nas duas prisões em flagrante, um homem de 35 anos e o segundo de 33 anos, foi batizada de Operação Corrente Elétrica.

Conforme apurado, a empresa Energisa já havia notificado os comerciantes acerca da irregularidade, porém, os mesmos não regularizaram a situação da unidade consumidora, e continuaram praticando o furto de energia elétrica.

Durante diligências constatou-se através de perícia técnica realizada pela equipe da Politec, que os dois estabelecimentos, sendo um no bairro Maringá I e outro no bairro Ipase, estavam utilizando ligação clandestina e desviando energia elétrica da fonte original da rede concessionária.

Conforme apurado pelos policiais civis, o crime contra o patrimônio cometido pelas empresas causaram prejuízo de aproximadamente R$ 28 mil para a empresa responsável pela transmissão e distribuição de energia elétrica.

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A delegada titular da DERF de Várzea Grande, Elaine Fernandes, explica que não é apenas o prejuízo patrimonial para a empresa concessionária que se busca reprimir, mas, sobretudo, evitar o risco de ocorrência de um sinistro que pode se tornar uma tragédia.

“Essas ligações clandestinas ou fraudulentas podem ocasionar incêndios de grandes proporções, que venham afetar não apenas o comércio infrator, mas, outras empresas e residências instaladas nas imediações, colocando em risco a vida de outras pessoas” alertou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso envolvido em tentativa de roubo a cooperativa de crédito em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (14.4), a Operação Passagem Oculta, para cumprimento de 12 ordens judiciais contra integrantes de um grupo criminoso envolvido no roubo contra uma cooperativa de crédito, ocorrido no final de junho de 2025, em Cuiabá.

As ordens judiciais, sendo quatro mandados de prisão preventiva, quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, pessoal e veicular itinerante, e quatro quebra de sigilo de dados, foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá. Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

As investigações, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), tiveram como alvo quatro investigados apontados como integrantes da organização criminosa responsável pelo roubo circunstanciado cometido contra a agência da Cooperativa de Crédito, situada na Avenida das Torres, na Capital.

O crime

Na madrugada do crime, o grupo invadiu imóvel residencial no bairro Recanto dos Passáros que fazia divisa estrutural com a agência bancária. Na ocasião, três moradores da residência foram mantidos em cárcere privado por aproximadamente quatro horas, mediante emprego de arma de fogo.

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O objetivo do grupo criminoso era abrir uma passagem na parede divisória e subtrair valores estimados em até R$ 1 milhão. A ação criminosa foi parcialmente frustrada após intervenção da Polícia Militar, sendo que um dos envolvidos foi a óbito em confronto armado no local, e outro foi preso em flagrante, sendo posteriormente denunciado e condenado em processo autônomo.

Investigações e mandados

A partir do aprofundamento das diligências investigativas, a GCCO identificou a participação estruturada de outros quatro integrantes da organização, cada qual com função específica — execução, logística, transporte e vigilância.

As condutas foram tipificadas como roubo circunstanciado majorado pelo emprego de arma de fogo, restrição de liberdade de vítimas e pelo concurso de pessoas. Diante das evidências, o delegado responsável pelas investigações, Igor Sasaki, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, que foram deferidas pela Justiça.

As prisões preventivas decretadas com fundamento nos arts. 312 e 313, inciso I, do Código de Processo Penal, para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e asseguramento da aplicação da lei penal, diante da gravidade concreta da conduta, do elevado grau de planejamento e da habitualidade delitiva de parte dos investigados.

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Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e sua Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência). A Rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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