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Polícia Civil indicia quatro vigilantes por homicídio de venezuelano espancado em rodoviária

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A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá concluiu o inquérito que apurou a morte do venezuelano Hidemaro Ivan Sanchez Camaho, espancado por quatro vigilantes, no início deste mês, dentro do Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá, na capital.

Os quatro autores do crime foram indiciados por homicídio qualificado (com recurso que impossibilitou ou dificultou a defesa da vítima). O inquérito foi remetido ao Poder Judiciário na quinta-feira, 13 de fevereiro.

O delegado Nilson André Farias destacou que os vigilantes, após espancarem a vítima, não agiram para proporcionar o socorro adequado. “Eles tiveram a oportunidade de prestar socorro. Como vigilantes, eles também são responsáveis e garantidores da integridade física das pessoas”, explicou o delegado.

Hidemaro foi socorrido ao Hospital Municipal de Cuiabá, um corte profundo na cabeça e diversas escoriações pelo corpo e morreu na madrugada de 4 de fevereiro. Os vigilantes, com idades de 68, 48, 55 e 33 anos foram presos em flagrante no mesmo dia.

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Imagens de câmeras de segurança da plataforma 1, do terminal rodoviário, mostraram a vítima sendo espancada pelos suspeitos, em uma área próximo ao embarque de ônibus. Na sequência, a vítima correu para a plataforma, tropeçou e caiu, sendo seguida pelos vigilantes que voltaram a espancá-la, inclusive, com chutes, e depois a imobilizaram.

Hidemaro Camaho tinha 50 anos e estava no Brasil desde 2019.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende cinco suspeitos de envolvimento em crimes de tortura, sequestro, cárcere privado e organização criminosa em Pedra Preta

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu cinco pessoas, na noite de sábado (18.7), em Pedra Preta, suspeitas de tortura, sequestro, cárcere privado e de integrar um grupo criminoso ultraviolento. As prisões foram realizadas por policiais da Delegacia do município, com apoio da Polícia Militar.

A ação teve início após uma denúncia anônima informar que quatro mulheres, com idades de 18, 19, 28 e 28 anos, estariam sendo mantidas em cárcere privado em uma residência do município, onde seriam submetidas ao chamado “salve”, prática utilizada por integrantes de facções criminosas para aplicar punições a pessoas acusadas de descumprir regras impostas pela organização.

Diante da gravidade das informações, as equipes policiais se deslocaram ao endereço indicado. Ao perceberem a aproximação das forças de segurança, alguns suspeitos tentaram destruir aparelhos celulares e fugir, pulando muros de residências vizinhas, em uma tentativa de dificultar as investigações. Durante as diligências, outros envolvidos foram localizados e presos.

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As vítimas relataram que estavam no imóvel desde o período da tarde, sob vigilância de aproximadamente oito suspeitos, sendo ameaçadas de sofrer agressões físicas como forma de punição em razão de uma briga ocorrida anteriormente em um estabelecimento comercial da cidade. Conforme os depoimentos, os autores afirmavam que as vítimas seriam submetidas à violência física, causando intenso temor.

As vítimas foram resgatadas sem lesões graves aparentes, e os suspeitos, sendo três homens (de 18, 23 e 25 anos) e duas mulheres (de 18 e 46 anos), foram conduzidos à Delegacia de Pedra Preta, sendo autuados em flagrante pelos crimes de tortura, sequestro, cárcere privado e por integrar organização criminosa ultraviolenta, em conformidade com o Código Penal Brasileiro.

Após a lavratura do flagrante, a autoridade policial representou pela conversão das prisões em preventivas. O pedido foi acolhido pelo Poder Judiciário para quatro dos investigados. Para uma das mulheres detidas, que estava na condição de lactante, foi decretada a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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