POLÍCIA

Polícia Civil e Gaeco cumprem ordens judiciais em investigação de tentativa de homicídio em Barra do Garças

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da 1ª Delegacia de Barra do Garças e em cooperação com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), deflagrou, na manhã desta terça-feira (31.10), a “Operação Sinergia”, para cumprimento de ordens judiciais contra integrantes de uma organização criminosa atuante no município.

Na operação são cumpridos seis medidas cautelares, sendo três mandados de busca e apreensão e três ordens de quebra de sigilo. As ordens judiciais estão sendo cumpridas na cidade de Barra do Garças.

O caso:

No dia 20 de agosto, dois homens armados e usando de uma motocicleta, entraram em uma residência no bairro Jardim dos Ipês e efetuarem 11 disparos de arma de fogo contra um integrante de uma organização criminosa. A vítima conseguiu sobreviver, após ser socorrida e passar por procedimentos cirúrgicos.

No decorrer das investigações, apurou-se que a tentativa de homicídio foi motivada pela chamada “queima de arquivo”, pois a vítima estava tentando deixar a organização criminosa, mas possuía informações sobre crimes praticados pela facção, bem como os criminosos acreditavam que a vítima estava deletando as práticas criminosas.

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Nome da operação:

Sinergia significa cooperação. É um termo de origem grega ‘synergía”, que remete a um trabalho ou esforço para realizar uma determinada tarefa muito complexa. Que no caso está fundado no trabalho integrado das Forças de Segurança no combate à criminalidade e, foi mais uma vez fortalecido e efetivado pela ação conjunta da Polícia Civil e Gaeco em Barra do Garças

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil prende jovem que vendeu conta para receber R$ 50 mil de golpe contra idoso

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta terça-feira (09.10), em Várzea Grande, um jovem, de 19 anos, suspeito de vender os dados da própria conta bancária para o recebimento de dinheiro obtido em um golpe contra um idoso.

Segundo as investigações, a vítima, de 62 anos, foi induzida a fazer um PIX de R$ 50 mil para fechar a compra de um veículo anunciado em uma rede social. O anúncio era falso, e o valor foi transferido para a conta do suspeito.

Após diligências contínuas, as equipes localizaram o suspeito e efetuaram a prisão. Em depoimento, ele confessou que cedeu a conta por R$ 700 a um homem que anunciava, em um perfil no Facebook, a compra de contas bancárias de terceiros.

A conduta se enquadra no artigo 171, § 2º-A, inciso VII do Código Penal, incluído pela Lei nº 15.397/2026, que pune quem cede, de forma gratuita ou onerosa, conta bancária para a circulação de recursos que financiem atividade criminosa ou que tenham origem nela.

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Embora não tenha antecedentes criminais, o suspeito não teve fiança arbitrada e aguarda audiência de custódia.

Para o delegado Ruy Peral, responsável pela investigação do caso, a prisão mostra que quem empresta ou vende a conta também responde pelo golpe.

“Ceder ou vender conta bancária a terceiros não é um favor nem um negócio inofensivo. É crime. O titular entrega o instrumento que permite ao golpista receber o dinheiro da vítima e pode responder pela fraude, mesmo sem ter aplicado o golpe nem conhecer quem foi lesado. Quem vende a conta se torna parte do esquema”, alertou.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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