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Operação do Estado do Ceará contra fraude eletrônica cumpre 17 mandados de prisões e buscas em MT

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Policiais civis de Mato Grosso e do Ceará cumpriram, nesta sexta-feira (22.11), 17 mandados judiciais de buscas e prisões dentro da Operação Deceptor, da Polícia Civil cearense, contra um grupo criminoso investigado por fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. Foram realizados ainda a apreensão de bens e bloqueio de valores dos investigados.

Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e dois de prisão nas cidades de Várzea Grande, Cuiabá, Mirassol d’Oeste e Cáceres pelas equipes da Delegacia Especializada de Estelionatos de Cuiabá e da Delegacia de Mirassol d’Oeste. Dois alvos de prisão estão foragidos.

A investigação conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos, do Departamento de Polícia Judiciária Especializada do Ceará, identificou a atuação da organização criminosa responsável por fraudes eletrônicas usando plataformas de vendas online.

Durante o cumprimento dos mandados foram apreendidos computadores e aparelhos celulares e realizado o bloqueio de valores até o montante total de R$ 6 milhões, além do bloqueio judicial de 15 veículos.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil desarticula central de golpes virtuais em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15.10), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

¿Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.

¿As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

¿A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

¿Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

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¿Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

¿Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

¿As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

¿Persona Sintética
¿
O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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