POLÍCIA

Indiciado pela Polícia Civil por morte de presidente de autarquia é condenado a 25 anos de prisão

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O policial militar E.S.S., que foi indiciado pela Polícia Civil como um dos autores do assassinato da ex-presidente do Serviço de Saneamento Ambiental (Sanear) de Rondonópolis (220 km de Cuiabá) Terezinha Silva de Souza, 53 anos, foi condenado, nessa terça-feira (18.3), a 25 anos e 7 meses de prisão e perda de seu cargo na Polícia Militar.

Terezinha foi morta no dia 15 de janeiro de 2021, na Rua Major Otávio Pitaluga, no centro de Rondonópolis, quando ia para o trabalho. A vítima parou em um semáforo com sua camionete, conduzida por um motorista, e duas pessoas em uma motocicleta CV 300 vermelha se aproximaram. O passageiro desceu com uma arma em punho, se aproximou da caminhonete e atirou diversas vezes.

A presidente da Sanear foi atingida por quatro disparos, principalmente na cabeça. Ela chegou a ser socorrida por seu motorista e levada para a Santa Casa de Misericórdia, mas não resistiu aos ferimentos. O motorista teve apenas ferimentos leves.

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Investigação

O caso foi investigado pelo delegado Thiago Garcia Damasceno, que, por meio de perícias, depoimentos e imagens, chegou à identificação do condutor da motocicleta, que era um policial militar.

O policial também era investigado por outros cinco homicídios em Rondonópolis, o que o fez ser alvo da Operação Letífero, em janeiro de 2022.

No cumprimento dos mandados de busca da operação na residência do policial, os investigadores apreenderam diversos objetos, entre eles um conjunto de capa de chuva de cor preta, um capacete preto e um uniforme do clube de tiro de Rondonópolis, todos elementos idênticos aos usados pela pessoa que estava na motocicleta no dia do homicídio de Terezinha e nas imagens captadas pelas câmeras OCR.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil prende mulher investigada por vender sua conta para receber dinheiro de golpes

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (7.10), em Várzea Grande, uma mulher de 23 anos, suspeita de ter cedido sua conta bancária para receber valores obtidos mediante fraude aplicada contra um idoso no município de Macapá (AP).

As investigações tiveram início após a vítima, um homem de 61 anos, procurar a Polícia Civil do Amapá para registrar um boletim de ocorrência e informar que foi induzida a efetuar um Pix de R$ 14 mil para fechar a compra de um veículo anunciado em uma rede social, negócio que se revelou fraudulento.

Como o valor foi transferido para a conta bancária em nome de uma mulher moradora de Várzea Grande, a Polícia Civil do Amapá entrou em contato com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso, que encaminhou o caso para a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande.

A partir de investigações e diligências contínuas e ininterruptas, as equipes conseguiram localizar a suspeita e efetuar a prisão em flagrante nesta quarta-feira, no bairro Jardim dos Estados.

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Em depoimento, ela confessou ter vendido os dados da própria conta bancária por R$ 400 a um indivíduo que anunciava, em seu perfil no Instagram, a compra de contas bancárias de terceiros.

A conduta está tipificada no artigo 171, § 2º-A, inciso VII, do Código Penal, incluído pela Lei nº 15.397/2026, que pune quem cede, gratuita ou onerosamente, conta bancária para que nela transitem recursos destinados ao financiamento de atividade criminosa ou dela provenientes.

A suspeita não teve fiança arbitrada e aguarda a realização da audiência de custódia.

O delegado Ruy Peral, responsável pela investigação do caso, reforçou que a venda ou cessão de contas bancárias a terceiros para receber valores ilícitos é crime. “Você pode se tornar investigado por fraudes das quais sequer participou diretamente, mesmo sem intenção de lesar a vítima final”, afirmou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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