Uma ação do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental prendeu um homem de 56 anos por transporte e comércio ilegal de pescado, na tarde deste domingo (14.12), em Várzea Grande. Com o suspeito, os policiais apreenderam 52 quilos de peixes de espécies proibidas de serem pescadas e fora das medidas permitidas pela legislação ambiental.
Pela Operação Piracema, os policiais militares receberam uma denúncia de que um homem estava vendendo peixes proibidos, em uma feira livre, no bairro Parque do Lago. A equipe se deslocou até o local indicado e identificou o suspeito informado na denúncia.
Com o homem, os militares flagraram diversas unidades de pescado irregular pesando, ao todo, 52,4 quilos. Entre as espécies estavam unidades de: Pintado, Cachara, Jurupoca, Chimboré, Pacu e Filé. A equipe também encontrou várias unidades de Piá e Piau-três-pintas abaixo da medida permitida.
Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, para as providências que o caso requer. O pescado apreendido foi doado.
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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