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Autor de homicídio e ocultação de cadáver em Várzea Grande é sentenciado a 62 anos de prisão

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Investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) por homicídio e ocultação de cadáver ocorrido no ano de 2021 em Várzea Grande e também por outras cinco tentativas de homicídios, Douglas Xavier da Silva Santos, foi julgado pelo Tribunal do Júri, nesta terça-feira (14.11), recebendo a sentença de 62 anos e um mês de reclusão pelos crimes praticados.

O condenado já estava preso por força de mandado de prisão preventiva decretado pela Primeira Vara Criminal de Várzea Grande, com base em investigações da DHPP, conduzidas pelo delegado Caio Fernando Alvares de Albuquerque, que apuraram a morte de Enderson Júlio da Silva Leite.

O corpo da vítima foi localizado no dia 13 de maio de 2021, na região do bairro Formigueiro, em Várzea Grande, já em estado de decomposição e com amarras nas mãos, pés e pescoço, após uma semana de desaparecimento.

Pelo crime de homicídio de Enderson, o investigado recebeu a condenação de 18 anos de reclusão, além de dois anos pelo sequestro e um ano e dois meses pela ocultação de cadáver da vítima.

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No julgamento, o Tribunal do Júri também avaliou a participação do investigado em cinco situações de tentativa de homicídio, como penas que variaram entre cinco a dez anos de reclusão em cada um dos casos, além de mais cinco anos e três meses por integrar organização criminosa, totalizando a pena de mais de 62 anos de reclusão.

Homicídio e ocultação de cadáver

A vítima, Ederson Júlio da Silva Leite, ficou desaparecida por mais de uma semana, depois de ser retirada de sua residência na tarde do dia 06 de maio, no residencial São Benedito, por três pessoas que a obrigaram a acompanhá-las.

Familiares registraram o desaparecimento de no Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP e com a localização do corpo, as investigações passaram para o núcleo que apura crimes cometidos a mando de organizações criminosas.

No inquérito conduzido pelo delegado Caio Fernando Albuquerque, foram identificadas quatro pessoas envolvidas no crime. Os investigados – de 26, 31, 28 e 45 anos – respondem pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e integração de organização criminosa. Além desses crimes, a equipe da DHPP apurou seis tentativas de homicídio praticadas pelo mesmo grupo.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Autor de homicídio em Rondonópolis é condenado a mais de 20 anos de prisão

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O trabalho investigativo desenvolvido pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, resultou na condenação do autor do homicídio de uma mulher, de 58 anos, ocorrido em janeiro de 2025, no Residencial Boa Vista.

O réu foi condenado pelo Colendo Conselho de Sentença, durante sessão plenária do Tribunal do Júri realizada nesta terça-feira (9.6), à pena de 20 anos e 3 meses de reclusão pelo crime de homicídio duplamente qualificado.

O crime ocorreu no dia 29 de janeiro de 2025, quando a vítima foi encontrada sem vida no interior de sua residência, apresentando uma extensa lesão na região do pescoço provocada por arma branca. A equipe da DHPP foi acionada imediatamente e iniciou os primeiros levantamentos investigativos no local.

Conforme análise da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), a morte ocorreu entre 8 e 12 horas antes da localização do corpo, indicando que o homicídio foi praticado próximo à meia-noite do dia 28 de janeiro.

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As diligências investigativas conduzidas pela DHPP permitiram identificar rapidamente o principal suspeito do crime. Durante a apuração, os policiais constataram que o homem de 53 anos esteve na residência da vítima na noite anterior, sendo a última pessoa a manter contato com ela antes de sua morte.

Com base nos elementos reunidos pela investigação, a equipe policial conseguiu localizar e prender o suspeito em flagrantes poucas horas após a descoberta do crime, garantindo a preservação das provas e o avanço célere da persecução penal.

Segundo a delegada titular da DHPP de Rondonópolis, Karla Cristina Peixoto Ferraz, a condenação representa o desfecho de um trabalho investigativo realizado pela unidade.

“A sentença evidencia o comprometimento da Polícia Civil na elucidação de crimes contra a vida e na responsabilização de seus autores, reafirmando o compromisso com a busca pela verdade dos fatos, a produção de provas qualificadas e a promoção da justiça para as vítimas e seus familiares”, destacou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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