Três aparelhos celulares Iphone 16 Pro Max, avaliados em cerca de R$ 10 mil cada, foram recuperados pela Polícia Civil, durante investigações realizadas pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Várzea Grande.
Um homem surpreendido comercializando os aparelhos em uma banca no centro comercial popular de Cuiabá foi preso em flagrante por receptação.
As investigações na segunda-feira (03) após o proprietário da loja procurar a Derf-VG para comunicar o furto dos aparelhos celulares do seu estabelecimento, localizado na região central do município.
Assim deu início às investigações, os policiais da Derf conseguiram levantar informações de que o dono de uma banca no “shopping popular” estava oferendo aparelhos Iphone Pro Max a preços muito abaixo ao de mercado.
Diante dos fatos, a equipe de investigadores foi até o local, onde conseguiram recuperar três aparelhos furtados da loja de Várzea Grande, que foram identificados por meio do número de Imei.
O responsável pela banca foi conduzido em flagrante para está a Derf, onde ao ser interrogado pelo delegado Sérgio Luís, confessou que havia comprado alguns aparelhos celulares de um terceiro qual não soube informar o nome nem as características.
O suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de receptação qualificada e ao término do procedimento foi encaminhado para audiência de custódia. Os aparelhos recuperados foram reconhecidos e restituídos para a vítima.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15.10), a Operação Legado para desarticular o núcleo financeiro de um esquema criminoso que causou prejuízos ao município de Nossa Senhora do Livramento.
Na operação, são cumpridas 30 ordens judiciais expedidas pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias de Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor).
Uma pessoa jurídica e cinco pessoas físicas são alvos dos mandados. Entre elas, estão uma ex-secretária municipal, empresários, pessoas apontadas como laranjas e uma empresa utilizada para a operação financeira do esquema. O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio de aproximadamente 30 policiais das delegacias da Diretoria de Atividades Especiais da Polícia Civil.
A operação é um desdobramento da Operação Liberatio, deflagrada em 2024 pelo Núcleo de Ação de Competência Originária, do Ministério Público de Mato Grosso (NACO/MP-MT), que, na ocasião, teve como alvos o então prefeito e alguns secretários.
Em continuidade aos trabalhos, foi instaurada uma investigação na Deccor para apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro associada aos crimes de peculato, corrupção passiva e organização criminosa, na gestão municipal anterior.
Os trabalhos buscam apurar o caminho percorrido pelo dinheiro que teria sido desviado de dois contratos firmados, à época, pela Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento: um deles com um posto de combustíveis, cujo objeto era o abastecimento da frota de veículos oficiais da cidade; e outro com uma construtora responsável pela reforma de pontes de madeira em Nossa Senhora do Livramento.
No período investigado, foram constatadas movimentações de mais de R$ 90 milhões nas contas bancárias dos alvos, incluindo as de uma pessoa que já havia falecido à época das operações financeiras.
Essa pessoa era mãe do proprietário do posto de combustíveis e também avó da proprietária da empresa de construção civil que teria sido beneficiada, de forma atípica, com valores provenientes do posto de combustíveis.
Com base nas investigações, foi solicitada a expedição de mandados contra os investigados, com o objetivo de aprofundar as apurações, arrecadar novos elementos de prova e identificar outros possíveis envolvidos.
Entre as ordens judiciais estão sete mandados de busca e apreensão e seis ordens de acesso a dados armazenados em dispositivos móveis.
Há também uma ordem de proibição de licitar e contratar com o Poder Público, especialmente com o município de Nossa Senhora do Livramento, direcionada à empresa investigada nesta fase.
Foi determinado o bloqueio inicial de R$ 15,8 milhões nas contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de dois veículos, uma motocicleta e um caminhão.
Além disso, foi determinada a expedição de ordens às instituições financeiras com as quais a pessoa falecida mantinha relacionamento, para que impeçam a reativação ou a utilização indevida da conta por terceiros, inclusive por pessoas que detenham poderes de representação.
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