A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf), prendeu quatro pessoas em flagrante, nesta quinta-feira (13.3), suspeitos de praticar furtos a lojas de luxo e de departamentos localizados em shoppings da Capital.
As prisões ocorreram nas cidades de Goiás Velha (GO) e Rondonópolis (MT). A ação contou com o apoio da Delegacia de Roubos e Furtos de Rondonópolis, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar do Estado de Goiás.
O grupo criminoso teria saído de Brasília para Cuiabá. Os suspeitos realizaram o furto na quarta-feira (12). Com base na denúncia da loja alvo da ação, os policiais iniciaram diligências na tentativa de chegar aos suspeitos. Mediante troca de informações de inteligência entre as forças policiais, foi possível identificar e prender os envolvidos no furto.
Conforme levantamento policial, após o furto, os criminosos tinham como objetivo levar os produtos para a cidade de Ceilândia (DF). Mas a ação integrada entre as forças policiais possibilitou que os integrantes do grupo criminoso fossem interceptados e presos em flagrante.
Parte do grupo foi detido enquanto tentava transportar os produtos em um ônibus de passageiros na cidade de Rondonópolis. Os itens furtados, que foram recuperados, estão avaliados em cerca de R$ 30 mil reais. No decorrer das diligências, outra parte acabou interceptada na cidade de Goiás Velha.
As investigações seguem para verificar se há outros envolvidos na associação criminosa, bem como se eles têm envolvimento em outros furtos aqui na capital mato-grossense. A ação rápida e eficiente da Polícia Civil resultou na recuperação dos bens das lojas e na prisão dos envolvidos.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15.10), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.
¿Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.
¿As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).
¿A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.
¿Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.
¿Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.
¿Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.
¿As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.
¿Persona Sintética ¿ O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.
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