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Projeto recebe turmas da Unemat dos Campi de Diamantino e Rondonópolis

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O acesso dos alunos ao Ministério Público e a aproximação entre teoria e prática foram alguns dos pontos destacados pelos acadêmicos do curso de Direito que participaram nesta terça-feira (21), em Cuiabá, de mais uma edição do projeto “Ministério Público Sem Ministério”. O evento, realizado no auditório da Sede das Promotorias de Justiça da Capital, contou com a participação de acadêmicos do curso de Direito da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), dos Campi de Diamantino (a 208km de Cuiabá) e de Rondonópolis (a 212km de Cuiabá).

“Em muitas situações, os alunos não possuem acesso direto às instituições e projetos como esse tiram essa barreira, não só dos acadêmicos de Direito, mas de toda a sociedade. Essa normalização, esse estreitamento de relações entre a academia e as instituições, é uma ligação de valia, não apenas de modo acadêmico, mas para o desenvolvimento pessoal e o acesso a grandes experiências que os nossos acadêmicos podem ter”, destacou a professora de Direito Penal da Unemat – Campus Diamantino, Jamille Clara Alves Adamczyk.

Aluna do 6º semestre do curso de Direito no Campus de Rondonópolis, Beatryz Ramos de Menezes afirma que oportunidades como a vivenciada pelo projeto Ministério Público Sem Mistério aproximam a teoria da prática. “Aproximam a teoria ensinada em sala com a prática profissional, bem como inspiram os alunos a seguirem carreira na área. Quando conversamos com promotores, quando ouvimos eles falar sobre a rotina ministerial, os prós e os contras da profissão, passamos a imaginar como nos encaixaríamos neste ambiente. É uma oportunidade de aprendizado incrível para todos nós”, pontuou.

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O coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e idealizador do projeto, promotor de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, deu boas-vindas aos alunos destacou que o objetivo do projeto é justamente que os estudantes conheçam a instituição, a sua missão ao mesmo tempo em que aprendam com as vivência dos seus integrantes.

“Recebemos vocês para que conheçam um pouco mais da nossa missão, dos nossos valores e da nossa atuação em favor da sociedade. Então, sintam-se acolhidos e sejam bem-vindos à nossa casa”, enfatizou.

Em uma tarde de aprendizado, a turma acompanhou as palestras da promotora de Justiça Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, coordenadora administrativa do Núcleo de Defesa da Administração Pública e Ordem Tributária, e do promotor de Justiça Renee do Ó Souza.

“O Ministério Público tem um diferencial: ele é o protagonista, o condutor de uma transformação social. É a instituição que atua para garantir a efetivação de todos os nossos direitos”, destacou  Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert.

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Renee do Ó Souza ressaltou que o direito está presente em tudo e permeia todas as relações interpessoais e cabe aos operadores do direito torná-lo mais acessível à população: “Nós temos a necessidade de cada vez mais dialogar com a população, com o cidadão. O direito precisa ser manejável. É daí a beleza de os senhores e senhoras estarem fazendo curso de Direito. Não tenho dúvidas que aqui, junto a vocês, teremos ótimos advogados. Tomara Deus, vários promotores e promotoras, excelentes magistrados e magistradas. Estamos ávidos pelo desenvolvimento do Direito que possa efetivamente transformar a população brasileira para um patamar um pouco melhor”, enalteceu.

Sobre o projeto – O “MPMT Sem Mistério” visa a aproximar e ampliar o convívio de estudantes do curso de Direito com a instituição e, além disso, difundir o papel constitucional do Ministério Público na defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. O projeto compõe o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2020-2024 da Escola Institucional do MPMT.  

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP denuncia motociclista por homicídio após atropelamento com morte

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) denunciou Igor Pinheiro da Silva, de 19 anos, por homicídio qualificado e por fugir do local do acidente após atropelar e matar um pedestre em Pontes e Lacerda (a 448 km de Cuiabá). A denúncia foi oferecida pela 2ª Promotoria de Justiça Criminal da comarca, na quarta-feira (7).De acordo com a promotora de Justiça Clarisse Moraes de Ávila, o fato ocorreu na madrugada de 13 de setembro deste ano, na Avenida Marechal Rondon, região central do município. A vítima, um jovem de 22 anos, atravessava a via quando foi atingida por uma motocicleta de alta cilindrada conduzida pelo denunciado.Segundo as investigações, antes do acidente, o motociclista permaneceu em uma tabacaria da cidade, onde teria consumido bebidas alcoólicas. Em seguida, passou a trafegar pela avenida em velocidade excessiva, realizando manobras perigosas. O Laudo pericial apontou que a motocicleta era conduzida a aproximadamente 88 km/h, velocidade superior ao dobro do limite permitido para o local, que era de 40 km/h.Conforme o Ministério Público, no momento do atropelamento o denunciado executava a manobra conhecida como “grau”, caracterizada pela condução da motocicleta sobre apenas uma das rodas. A vítima foi atingida de forma repentina e arremessada a cerca de 50 metros, morrendo em decorrência dos ferimentos.Na denúncia, o MPMT sustenta que o crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e por meio que resultou em perigo comum. Segundo o órgão ministerial, a dinâmica dos fatos impediu qualquer possibilidade de reação da vítima e expôs a risco não apenas o pedestre atropelado, mas também outras pessoas que transitavam pela região.Além do homicídio qualificado, o Ministério Público denunciou o investigado pelo crime previsto no artigo 305 do Código de Trânsito Brasileiro. Conforme apurado, após o atropelamento, ele abandonou a motocicleta no local e fugiu. Dias depois, foi localizado no município de Espigão D’Oeste (RO) e preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva. Atualmente, encontra-se custodiado na Unidade Prisional de Pimenta Bueno (RO), aguardando transferência para o CDP de Pontes e Lacerda.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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