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O pequeno detém as rédeas do grande

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Minha luta já não é por frontispícios. Por grandes nomes e nomeações. Não almejo grandes palcos, não é lá que se encontram os grandes guerreiros. É a própria luta que me pinta, me indetermina e me tira o ponto final. É pelo meu olhar que eu melhoro o que eu vejo. E das ruínas vou congraçando a paisagem. Meu canto me inclui nele e inaugura o chão que piso. As medalhas e honrarias me ampliam para querer menos e seguir caminho mais sinuoso, daqueles que movimentam e não são vistos – por aqueles que só veem pelos olhos. Algo me desassossegou, fez-me enxergar coisa que sabemos, mas não gostamos de acreditar. Que o “respeito” e as “honras” são também para quem tem moedas de ouro para comprar. O dinheiro e a influência ditam, dão medalhas, cargos, lugares. Fazem não acontecer o que poderia acontecer. Entretanto sou gente que suporta a verdade, então um desassossego pode ser ao mesmo tempo uma serenidade. Uma derrota, uma vitória. Para o enfrentamento do “grande mal” que está por aí, não são necessários grandes cargos, desejadas nomeações, solenes lugares, nem mesmo esse “respeito” e essas “honras” que são compradas pelo poder, o que acontece mesmo é pelos pequenos gestos, palavras e lutas – tornam-se oceânicos sem ser um oceano. De uma diminuta imagem pode nascer um universo. Mesmo que algo ou alguém pareça de menor importância, muitas vezes é esse elemento menor que possui o controle e a capacidade de influenciar significativamente o curso e o destino de algo muito maior e mais poderoso. Algumas pessoas, embora pequenas em nome e presença, guiam o destino do imenso. Com mãos delicadas, mas firmes. O pequeno conduz o grande, como um fio que controla o vento, uma estrela que ilumina o céu. E são essas coisas e pessoas que me inspiram a viver. Nada permanece oculto, tudo se revela.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Servidores da PGJ participam de curso de suporte básico de vida

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Vinte e um servidores da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) participaram, na tarde desta quarta-feira (15), do Curso de Noções Básicas de Suporte Básico de Vida, realizado no auditório da instituição. A capacitação foi promovida pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) – Vida Plena, no âmbito das ações do Abril Verde, campanha nacional voltada à prevenção de acidentes e à promoção da saúde e segurança no ambiente laboral. A próxima turma do curso será no dia 23 de abril (quinta-feira), na Sede das Promotorias da Capital.De acordo com a promotora de Justiça coordenadora do Núcleo Vida Plena, Gileade Pereira Souza Maia, a campanha Abril Verde contará com diversas ações educativas. “Estamos vivenciando o Abril Verde, período em que intensificamos as iniciativas de prevenção e orientação sobre as medidas essenciais para a saúde e a segurança no ambiente de trabalho. Trata-se de um movimento de alcance nacional, com foco na prevenção e na educação. Hoje, estamos realizando um curso de noções de suporte básico de vida, que tem objetivo de disseminar conhecimentos que podem ser decisivos entre a vida e a morte em situações de emergência”, ressaltou.O curso foi ministrado pelo sargento Marcus Trolesi, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do MPMT, reunindo conteúdos teóricos e práticos voltados à prevenção e ao atendimento de emergências no ambiente de trabalho, abordando desde conceitos básicos e a avaliação segura da cena até o acionamento correto dos serviços de emergência. Os participantes receberam orientações sobre suporte básico de vida, com técnicas de reanimação cardiopulmonar, uso do desfibrilador externo automático e simulações práticas, além do atendimento às urgências clínicas mais comuns, como engasgos, desmaios, convulsões e alterações glicêmicas ou hipertensivas. O treinamento também contemplou situações traumáticas, como quedas, fraturas, hemorragias, queimaduras e imobilizações simples, bem como ocorrências específicas do contexto laboral, a exemplo de mal súbito durante o expediente, procedimentos de evacuação em casos de incêndio e primeiros socorros em situações de pânico ou estresse agudo.O instrutor destacou que a primeira preocupação em uma situação de emergência deve ser a segurança de quem presta o socorro. “Se a pessoa que vai resgatar também se machuca, as chances de sobrevivência de quem precisa de ajuda diminuem drasticamente”, explicou, ao ressaltar a importância da observação de riscos no local. Para Marcus Trolesi, o domínio de noções básicas pode ser decisivo no desfecho da ocorrência. “Se alguém cair agora, você sabe o que fazer? Os primeiros cuidados são determinantes para a sobrevivência da vítima. Ao identificar corretamente se se trata de uma parada cardíaca ou de um mal súbito e realizar o atendimento adequado, não há garantia absoluta, porque lidamos com vidas, mas aumentamos significativamente as chances de oferecer um suporte eficaz, dentro das nossas capacidades, do nosso conhecimento e dos recursos disponíveis”, afirmou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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