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MPMT participa de reunião sobre jogo das Eliminatórias da Copa

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso participou nesta sexta-feira (29) de uma reunião com representantes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), na sede da secretaria, para alinhar informações e discutir o planejamento e as estratégias para realização do jogo entre Brasil x Venezuela, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. O jogo será disputado no dia 12 de outubro, às 20h30 (horário local), na Arena Pantanal, em Cuiabá. 

De acordo com o promotor de Justiça Mauro Poderoso de Souza, da 20ª Promotoria Criminal – Juizado Especial Criminal, entre os assuntos tratados na reunião estão a venda de ingressos, treinamento das seleções na Arena, estacionamento, credenciamento, venda de bebida alcóolica, policiamento e segurança. A expectativa é que sejam comercializados 40 mil ingressos exclusivamente pela internet, bem como que seja respeitado o direito de gratuidade para idosos e pessoas com deficiência. 

“O jogo da Seleção Brasileira na Arena Pantanal será um marco histórico para nosso estado, o maior evento de todos os tempos, e o Ministério Público está participando ativamente de toda a preparação. Estamos atentos, preocupados e trabalhando para que seja um sucesso e abra as portas de Cuiabá para outros jogos no futuro”, afirmou Mauro Poderoso de Souza. O promotor informou que haverá uma nova reunião no dia 5 de outubro para novas definições. 

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Foto: Secel-MT
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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