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MPMT lança edital com 27 vagas e cadastro reserva para estagiários

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) divulgou, nesta terça-feira (24), um novo edital de seleção pública para estagiários, com oferta de 27 vagas e formação de cadastro de reserva em 11 áreas de atuação: Arquitetura, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Jornalismo, Pedagogia, Rádio e TV, Serviço Social e Tecnologia da Informação. As inscrições são gratuitas. O processo seletivo será conduzido pela empresa Super Estágios Ltda. O objetivo é preencher vagas de estágio remunerado nas sedes de Promotorias de Justiça do interior do Estado, além de departamentos e órgãos auxiliares da Procuradoria-Geral de Justiça.As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, no site da Super Estágios (www.superestagios.com.br), entre 9h do dia 6 de abril e 17h do dia 16 de abril de 2026, no horário de Brasília (inclusive no fim de semana). Cada candidato poderá concorrer apenas em uma localidade e deverá indicar essa opção no ato da inscrição.Para participar, é necessário estar regularmente matriculado em instituição de ensino superior pública ou privada, ter frequência ativa no curso, ser brasileiro ou estrangeiro com visto de permanência válido e não ter sido exonerado a bem do serviço público. Não poderão se inscrever estudantes já credenciados como estagiários no MPMT ou que tenham realizado estágio por período superior a um ano na instituição. Além disso, o candidato deve ter, no mínimo, 16 anos completos na data de início do estágio.A bolsa, denominada Auxílio Temporário, é de R$ 1,4 mil mensais, acrescida de Auxílio-Transporte no valor de R$ 200. Os estagiários também contam com Seguro Contra Acidentes Pessoais, conforme legislação vigente. A jornada é de 25 horas semanais, distribuídas em cinco horas diárias. O edital assegura reserva de 10% das vagas para pessoas com deficiência e 30% para candidatos negros ou pardos.A prova será aplicada pela internet. O ambiente virtual estará disponível das 9h do dia 06/04/2026 até às 17h do dia 16/04/2026 (horário de Brasília). O acesso será feito exclusivamente com o login e a senha cadastrados na inscrição. O candidato terá dois minutos para responder cada questão. Caso o tempo expire, a resposta será registrada em branco e o sistema avançará automaticamente. A prova deve ser realizada sem consulta.A divulgação do gabarito e da classificação preliminar está prevista para 22 de abril de 2026.Para mais informações, acesse o edital aqui.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Parceria leva jogo educativo sobre violência às escolas

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) firmou, nesta terça-feira (9), parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) para fortalecer ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, por meio da difusão do jogo educativo “Quebrando o Ciclo, Salvando Vidas” nas escolas do estado.O projeto já conta com a atuação do MPMT, que viabilizou a produção dos primeiros exemplares e articulou a apresentação da ferramenta ao presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, em encontro com o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, e com a coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Violência Doméstica e Estudos de Gênero, procuradora de Justiça Elisamara Portela.A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à informação e promover a conscientização de crianças, adolescentes e adultos sobre a Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência e os caminhos para a prevenção e ruptura de ciclos de agressão. Desenvolvido pelo subtenente Mariano Neto de Souza, da Polícia Militar de Mato Grosso, o jogo utiliza metodologia lúdica e interativa.Para dar escala à iniciativa, Sérgio Ricardo anunciou que vai sugerir a adoção do projeto em todo o estado. “Vamos sugerir a adoção dessa ferramenta para os estudantes, para levar conhecimento sobre o que é a Lei Maria da Penha, o que é a violência contra a mulher, como se combate, como se previne e o que fazer quando a violência chega.”Durante a agenda, a procuradora de Justiça também destacou outras ações de enfrentamento ao feminicídio. “Hoje percebemos o entusiasmo do presidente com o projeto. O Tribunal vem desenvolvendo um trabalho extremamente relevante sobre esse tema, principalmente após a homologação da auditoria que desenhou o cenário do combate à violência doméstica, e por isso também percebeu a importância dessa ferramenta”, disse.Para as instituições, a iniciativa representa um avanço estratégico na promoção de políticas públicas voltadas à prevenção do feminicídio e à proteção das mulheres. O uso de recursos educativos inovadores amplia o alcance das ações institucionais e fortalece a cultura de enfrentamento à violência de gênero desde a formação cidadã.A parceria com o TCE-MT possibilitará a expansão do projeto em todo o estado, incluindo a capacitação de professores e a inserção da ferramenta em ambientes escolares e espaços da rede de assistência social.Histórias reais no tabuleiro – as cartas do jogo são baseadas em casos reais atendidos pelo subtenente, que atua na Patrulha Maria da Penha. A cada rodada, o jogador toma decisões diante de situações de violência doméstica e avança pelo tabuleiro conforme as escolhas que levam à proteção da vítima, como a busca por ajuda e por serviços de assistência.“É um jogo dinâmico que tem o objetivo de trazer as pessoas para a realidade dos fatos, envolvendo fatores de risco e de proteção que têm colaborado para que a mulher permaneça no ciclo da violência, entre na espiral da morte e acabe perdendo a sua vida”, explicou Mariano.Para a tenente-coronel Ludmila Eickhoff, coordenadora estadual da Patrulha Maria da Penha, o formato lúdico ajuda as pessoas a reconhecerem situações que muitas vezes passam despercebidas no dia a dia. “Às vezes nós não percebemos a violência, a gente, de alguma forma, naturalizou aquela ação.”Além disso, o formato de jogo tem alcance especial entre o público mais jovem. “Estamos falando de crianças, de adolescentes, cidadãos ainda em formação. Muitas vezes, por meio do lúdico, se consegue fixar mais o conhecimento do que através dos livros, das disciplinas ou mesmo das lições dos professores”, afirmou Eickhoff.

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Com informações da assessoria de imprensa do TCE-MT
Fotos: Alair Riberio/TCE-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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