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Executores das unidades orçamentárias iniciam construção do PTA/2025

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Reunião realizada nesta sexta-feira (28) com os chefes de departamentos da Procuradoria-Geral de Justiça marcou o início das atividades para a construção do Plano de Trabalho Anual (PTA) do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do próximo exercício. O PTA é um dos instrumentos gerenciais da peça orçamentária.

Na abertura dos trabalhos, a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki, ressaltou que desde 2019 o MPMT vem aprimorando o processo de construção da peça orçamentária. Além da capacitação e sensibilização das pessoas envolvidas na atividade, também foram mapeados os processos de trabalho e realizados investimentos no desenvolvimento de sistema tecnológico para apoio.

“A peça orçamentária é uma construção coletiva que tem como bússola o Planejamento Estratégico Institucional, onde estão definidas as prioridades da instituição. As despesas serão alocadas no PTA de acordo com as necessidades nas perspectivas da sociedade, de governança, transformação digital e de desenvolvimento de pessoas”, afirmou.

O diretor-geral do MPMT, Ricardo Dias Ferreira, assegurou que as bases para construção e controle da peça orçamentária vêm sendo aprimoradas a cada ano. “Passamos a contar com o Sistema Informatizado de Apoio à Gestão da Execução Orçamentária (SIAGEO), que permite o acompanhamento e eventual correção de rumo na execução do orçamento”, destacou.

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Enfatizou ainda que o histórico de execução do orçamento geral do MPMT apresenta índices satisfatórios. Em 2021 foi de 90%, 2022 (93%) e 2023 (92%). Conforme o cronograma apresentado na reunião, os executores das unidades orçamentárias terão de 01 a 15 de julho para preencher as Fichas de Planejamento Individual no SIAGEO. De 16 a 24 serão realizados os ajustes para apresentação e aprovação do Colégio de Procuradores de Justiça.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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