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Escola Institucional e Centros de Apoio apresentam resultados

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso encerrou o ano de 2023 com 138 capacitações realizadas. Ao todo, 341 estudantes de sete instituições de ensino superior participaram do projeto “MP Sem Mistério”. A Escola Institucional realizou ainda outros projetos educacionais, entre eles, o Diálogos Possíveis e Trilhas Organizacionais.

Nesta quinta-feira (01), durante a reunião do Colégio de Procuradores de Justiça, o coordenador da Escola Institucional, promotor de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, apresentou aos procuradores de Justiça as principais atividades realizadas no decorrer de 2023.

“A Escola Institucional do MPMT teve destaque como referência na educação corporativa e aprimoramento contínuo. Nossa missão transcendeu fronteiras, oferecendo programas de pós-graduação, parcerias estratégicas, cursos de extensão e projetos práticos, proporcionando uma formação de alto nível, alinhada às demandas contemporâneas e ao compromisso com a justiça”, afirmou o promotor de Justiça.

O coordenador dos Centros de Apoio Operacional, promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, também apresentou as atividades realizadas no ano passado. Destacou as principais funções desempenhadas referentes às análises técnicas e suporte às diligências, Núcleo de Assessoramento Jurídico Remoto, Núcleo de Assistência Social e Psicologia, celebração de convênios e cooperações, entre outras.

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Citou, por exemplo, que por meio do Sistema de Apoio Técnico (SAT), foram realizadas 1.465 manifestações técnicas em 2023, entre cálculos contábeis, perícias contábeis, engenharia, ambiental, banco de peritos, entre outros serviços.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT investiga contratações temporárias na Educação

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A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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