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Escola Institucional do MPMT lança projeto Semana Acadêmica

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público de Mato Grosso lança no dia 22 de novembro (quarta-feira) o projeto Semana Acadêmica. Com carga horária de 8h, o evento ocorre no auditório da sede das Promotorias de Justiça da Capital, a partir das 9h. A iniciativa tem como público-alvo membros e servidores do MPMT, acadêmicos de Direito e cursos de áreas afins.

De acordo com o coordenador da escola, promotor de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, a Semana Acadêmica é a oportunidade de os integrantes da instituição apresentarem os resultados de suas pesquisas acadêmicas por meio de palestras e apresentação de banners físicos e digitais. “Buscamos o intercâmbio de experiências, bem como a reprodução do conhecimento adquirido, culminando na atualização de conhecimentos intersetoriais e conectados com as áreas de interesse institucional do MPMT”, contou. 

O lançamento da Semana Acadêmica contará com a participação do procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, do coordenador da Escola Institucional, Antonio Sergio Cordeiro Piedade, e do coordenador-geral do Centro de Apoio Operacional (Caop), promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro. Após a abertura, serão realizados nove painéis de 30 minutos cada, com intervalo para almoço. Os palestrantes serão membros e servidores do MPMT. 

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Confira abaixo a programação:
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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