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Dupla que matou homem dentro de borracharia é condenada a 44 anos

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Ewerton Figueiredo de Moura, 34 anos, e Anderson Crema Gonçalves, 26 anos, foram condenados pelo Tribunal do Júri por homicídio qualificado cometido contra Whalif Felipe Lopes de Carvalho dos Santos. A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo dentro de uma borracharia no centro de Juscimeira, no dia 28 de março de 2019. A pena aplicada aos dois totaliza 44 anos de prisão.

Realizado no município de Rondonópolis, após desaforamento do processo, o julgamento aconteceu na quarta-feira (21). A acusação em plenário foi realizada pela promotora de Justiça Ludmilla Evelin de Faria Sant’Ana Cardoso. O julgamento começou às 9h da manhã e se estendeu até às 22h.

Conhecido em Juscimeira como “De Menor”, Anderson Crema Gonçalves foi condenado a 20 anos de reclusão. Já Ewerton Figueiredo de Moura, que cumpria pena em regime semiaberto por outro homicídio, foi condenado a 24 anos de prisão. Os dois estão recolhidos na cadeia pública de Rondonópolis e não poderão recorrer da sentença em liberdade.

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Durante o julgamento, os jurados acolheram a tese defendida pelo Ministério Público de que o homicídio foi cometido por motivo fútil e com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima. Imagens provenientes de câmeras de segurança do comércio local contribuíram para a identificação dos autores do crime.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

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A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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