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Atendimento a crianças com TEA é pauta de reunião da Rede Protege

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Atendimento de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na capital é um dos assuntos a serem abordados na reunião intersetorial promovida pela Rede Protege de Cuiabá, na próxima sexta-feira (5), às 14h, no auditório do Núcleo das Promotorias de Justiça da Infância e Juventude. O objetivo do encontro é fomentar diálogos que contribuam para o fortalecimento da promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes pela rede de atendimento. 

A pauta inclui ainda informes sobre o Termo de Cooperação Técnica e o Comitê de Gestão Colegiada do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), alinhamentos sobre a campanha Faça Bonito (18 de Maio) e estudos de caso. Foram convidados para a reunião todos os profissionais do Sistema de Garantia de Direitos de Cuiabá.

Segundo a promotora de Justiça Daniele Crema da Rocha de Souza, da 19ª Promotoria de da Infância e Juventude, é urgente a construção de políticas públicas para atendimento das crianças e adolescentes autistas, pois nos dias atuais faltam serviços públicos adequados para as pessoas com TEA, principalmente nas áreas da saúde e educação. 

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“Embora haja farta legislação garantindo os direitos das pessoas autistas, no Núcleo das Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da capital nos deparamos diariamente com pais e mães extremamente desgastados por vivenciarem, de forma rotineira, violações aos direitos dos filhos”, afirmou.  

Daniele Crema da Rocha de Souza explicou que as famílias procuram o Ministério Público para garantir o acesso à escola, às adaptações nas unidades de ensino e aos tratamentos multidisciplinares fundamentais ao desenvolvimento das crianças e adolescentes. “A partir de então buscamos, das mais variadas formas, exigir o cumprimento da legislação a fim de que os autistas tenham seus direitos reconhecidos e respeitados”, acrescentou.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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