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1ª etapa de projeto vai atender 600 animais que vivem na UFMT e entorno

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A unidade móvel para castração de animais domésticos inaugurada nesta sexta-feira (14), em Cuiabá, atenderá nesta primeira etapa somente os animais comunitários do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e entorno. O projeto prevê 600 castrações e a intenção é de que nas próximas etapas a iniciativa seja estendida para outras localidades.

Viabilizado com recursos oriundos do Banco de Projetos e Entidades do Ministério Público (Bapre), o projeto é executado pela Associação Luta e União de Amigos para Animais em Risco (Lunaar) e Associação Mato-grossense Voz Animal (AVA), com apoio da UFMT.

A presidente da Lunaar, Susielene Rodrigues Monteiro, explica que nesta primeira etapa foram priorizados os animais que não têm tutor (dono). O objetivo é empreender esforços para minimizar os problemas enfrentados para a manutenção desses animais e proporcionar uma melhor qualidade de vida.

Segundo a promotora de Justiça Ana Luíza Ávila Peterlini, ao todo foram destinados R$ 507.790,00 para a execução do projeto. O montante foi aplicado na aquisição do trailer castramóvel (R$ 170.500,00), de materiais permanentes (móveis/equipamentos) e na contratação de serviços para o funcionamento da unidade na ação inaugural (R$ 337.290,00).

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“Com esta iniciativa, conseguimos dar o primeiro passo para a implementação da política de castração de animais. As Ongs têm trabalhado incansavelmente e de forma voluntária na defesa da causa animal, mas não tem sido suficiente. Esperamos que este projeto possa ser expandido para comunidades carentes e para o interior do estado”, afirmou a promotora de Justiça.

O professor Jackson Rezende, pró-reitor de Pós-Graduação da UFMT, destacou a importância da iniciativa, esclarecendo que a situação em que vivem os animais comunitários é um problema de saúde pública. “Ao longo dos anos, a UFMT tem recebido vários animais que são abandonados. Esse projeto tem sinergia com outras atividades desenvolvidas pela instituição e será de extrema importância para a manutenção desses animais”, observou.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

VG se compromete a regularizar contratações na Saúde e na Educação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande firmou, nesta terça-feira (14), dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com o Município para garantir o respeito à ordem de classificação dos processos seletivos simplificados das secretarias municipais de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Saúde, além de promover a regularização de contratações temporárias realizadas em desacordo com os critérios dos certames. Os acordos foram assinados pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, pela prefeita Flávia Petersen Moretti, pelas secretárias Maria Fernanda Figueiredo e Valéria Aparecida Nogueira, e pelo procurador-geral do Município, Maurício Magalhães Faria Neto.Os acordos foram celebrados no âmbito de inquéritos civis instaurados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) após a identificação de indícios de contratações temporárias sem observância da ordem classificatória dos processos seletivos, bem como da manutenção de vínculos considerados irregulares. As medidas buscam corrigir as inconsistências apuradas, assegurar a convocação dos candidatos aprovados conforme a classificação obtida nos certames e fortalecer os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade na administração pública.Na área da Educação, a investigação apontou possível preterição de candidatos aprovados em processo seletivo, além da contratação de servidores sem submissão ao certame e falhas na transparência das informações relacionadas ao seletivo. Já na Saúde, o inquérito apurou a existência de contratações de servidores sem prévia participação em processo seletivo, bem como a atuação de profissionais com classificação posterior à última convocação, em possível desrespeito à ordem classificatória e aos direitos dos candidatos aprovados. Conforme os TACs, o município e as secretarias assumiram o compromisso de observar rigorosamente a ordem de classificação dos candidatos aprovados, abstendo-se de realizar contratações, admissões, prorrogações ou manutenção de vínculos temporários em desacordo com os resultados homologados dos seletivos. Também deverão promover o levantamento dos contratos temporários existentes, rescindir aqueles considerados irregulares e substituir os contratados por candidatos regularmente classificados. Os compromissários terão prazo de até 180 dias para cumprir as principais obrigações previstas nos acordos e apresentar a comprovação documental ao Ministério Público. Entre as medidas estabelecidas está ainda a ampliação da transparência, com a divulgação permanente e atualizada de informações sobre convocações, admissões, desistências, eliminações e reclassificações decorrentes dos processos seletivos. Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, os acordos têm como objetivo garantir o respeito aos princípios constitucionais da administração pública, especialmente a legalidade, a impessoalidade e a moralidade, assegurando que as vagas sejam preenchidas conforme a classificação obtida pelos candidatos nos processos seletivos. Os acordos também visam pôr fim às contratações irregulares identificadas durante as investigações e garantir igualdade de oportunidades aos participantes dos certames. Conforme os acordos, o descumprimento das obrigações resultará na aplicação de multa diária de R$ 5 mil, além da adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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