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“Vigia Mais MT está construindo muralha digital capaz de prevenir e intimidar práticas criminosas”, afirma secretário

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Quatorze prefeituras e três instituições não governamentais fizeram a solicitação aumentaram o número de câmeras e as áreas monitoradas pelo Vigia Mais MT, o programa de videomonitoramento implantado pelo Governo do Estado. As imagens das câmeras do Vigia Mais MT têm um sistema de certificação que permite que sejam anexadas aos inquéritos e apresentadas como provas de crimes.

“Esse é o resultado da confiança em um programa que está levando aos municípios o que há de mais moderno no serviço de videomonitoramento voltado à segurança pública. São equipamentos dotados de inteligência artificial, capacidade analítica dos dados e informações que estão possibilitando criar um sistema de cercamento digital em Mato Grosso”, avalia o secretário de Segurança de Mato Grosso, coronel César Roveri.

“E, como já dissemos anteriormente, com o Vigia Mais MT estamos construindo uma muralha digital capaz de prevenir e intimidar práticas criminosas, além de, quando o crime acontecer, reunir provas que não deixam dúvida sobre a autoria criminal”, assinala.

Em Cuiabá, onde a prefeitura não firmou parceria com o Estado, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e a Associação de Cultura Muxirum Cuiabano viabilizaram a instalação de 790 câmeras em vias da área central e regiões próximas.

O número de câmeras entregues à CDL, por exemplo, com os aditivos, saltou da cota inicial de 227 para 671. A Muxirum Cuiabano, que começou com 13 câmeras, já recebeu 102. Ambas as entidades atuam como elo entre a Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT), gestora do programa, e os empresários e lojistas cuiabanos no processo de implantação do serviço de videomonitoramento. Ou seja, recebem os equipamentos e repassam a seus associados para que sejam instalados.

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Na lista de prefeituras que fizeram aditivos e já receberam mais câmeras estão: Alto Graças (357 km de Cuiabá), Bom Jesus do Araguaia (983 km), Campo Verde (131 km), Itanhagá (472 km), Nobres (146 km), Nova Mutum (264 km), Salto do Céu (371 km), Santa Carmem (531 km), São Félix do Araguaia (1.200 km), Serra Nova Dourada (1.125 km), Tabaporã (643 km), Tesouro (379 km) e Paranatinga (851 km).

A prefeitura de Nobres fez dois aditivos desde que assinou a parceria e se habilitou para integrar o Vigia Mais. O município, que inicialmente tinha direito a 73 câmeras, hoje é monitorado por 120 câmeras. Da Central do Centro de Integração de Operações da Segurança Pública (Ciosp), em Cuiabá, as forças policiais acompanham a movimentação na entrada e saída da cidade, avenidas, ruas e praças da área central e periferia.

A Prefeitura de Sorriso (420 km de Cuiabá), que está concluindo a instalação de 345 câmeras, quer pelo menos mais 50 equipamentos. O prefeito Ari Lafin já fez a solicitação verbal ao secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, argumentando que quer ampliar o videomonitoramento na área urbana e levar o serviço para a área rural do município. Lafin recebeu o aval do secretário Roveri para ingressar com o aditivo.

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Salto do Céu, município que tem 3.800 moradores em uma área de 1,7 mil quilômetros quadrados, recebeu as 10 câmeras previstas no planejamento do Programa Vigia Mais MT e pediu mais 10. O prefeito Mauto Teixeira Espíndola disse que reconhece a importância e eficiência do videomonitoramento.

“Evita roubos, furtos e outros crimes, e ajuda os policiais na segurança da cidade. As câmeras, com certeza, intimidam a ação dos criminosos e melhoram a sensação de segurança dos moradores”, avalia Mauto Teixeira.

O programa

Com investimento aproximado de R$ 30 milhões, o Governo do Estado está equipando os 142 municípios com o que há de mais moderno em videomonitoramento. São 15 mil câmeras, das quais 8.500 já foram entregues aos municípios, seguindo critérios como população, área territorial e localização geográfica do ponto de vista das estratégias da segurança pública.

Fonte: Governo MT – MT

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Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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