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Vigia Mais MT auxilia na prisão de dois foragidos da Justiça após identificação por câmeras em Várzea Grande

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O programa Vigia Mais MT auxiliou na prisão de dois homens foragidos da Justiça após identificação por câmeras com sistema de leitura automática de placas (OCR) em ocorrências registradas no município de Várzea Grande.

Uma das ocorrências foi neste domingo (15.3). Um homem de 42 anos foi localizado após a passagem de um veículo por uma câmera do sistema OCR instalada na Avenida Senador Filinto Müller, em Várzea Grande. Durante a verificação, foi constatado que ele possuía mandado de prisão em aberto, expedido pela 2ª Vara Criminal de Porto Velho (RO).

No sábado (14), um homem de 32 anos foi identificado após um veículo Fiat Strada passar por uma câmera do sistema OCR. Durante checagem nos sistemas de segurança pública, foi constatado que ele possuía mandado de prisão em aberto por violência doméstica e familiar contra a mulher. A abordagem ocorreu no estacionamento de um supermercado na região da Avenida da FEB, em Várzea Grande.

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Nos dois casos, os veículos foram monitorados pelas câmeras do Vigia Mais MT, que repassaram as informações às guarnições da área. Policiais do 25º Batalhão da Polícia Militar e do Raio, do 4º Batalhão, realizaram as abordagens e deram cumprimento aos mandados de prisão.

Os suspeitos foram detidos em cumprimento às ordens judiciais e encaminhados à Delegacia da Polícia Judiciária Civil, para as providências legais cabíveis.

O Vigia Mais MT

Atualmente, 130 municípios aderiram ao Vigia Mais MT, com 19.900 câmeras entregues, sendo 15.900 em operação no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). O programa contribui para a prevenção de crimes,

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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