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Unemat abre 14 vagas para residência multiprofissional em atenção à Saúde da Mulher

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) abre processo seletivo para ingresso na Residência Multiprofissional em Atenção Integral à Saúde da Mulher, com 14 vagas nos municípios de Cáceres e Tangará da Serra. Inscrições vão até 18 de fevereiro.

Os residentes selecionados receberão bolsa mensal no valor bruto de R$ 4.106,09, financiadas pelo Ministério da Saúde. A residência possui duração de 24 meses, em regime de dedicação exclusiva, com carga horária total de 5.760 horas, sendo 80% prática e 20% teórica.

Inscrições

As inscrições são realizadas exclusivamente online, sem taxa, no período de 28/1 a 18/2. O candidato deverá optar por apenas um município e um perfil profissional no ato da inscrição.

Vagas

Cáceres (6 vagas): Enfermagem (2), Educação Física (2) e Fisioterapia (2).

Tangará da Serra (8 vagas): Enfermagem (2), Nutrição (2), Psicologia (2) e Serviço Social (2).

O processo seletivo será realizado em fase única, por meio de prova objetiva, com 50 questões de múltipla escolha. Para aprovação, é necessário alcançar no mínimo 70% de acertos.

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Saiba mais

O programa é uma pós-graduação lato sensu caracterizada por educação em serviço, voltada à formação qualificada de profissionais para atuação no Sistema Único de Saúde (SUS), com enfoque em redes de atenção, linha de cuidado, humanização e estratégias integrais para o cuidado da mulher ao longo do ciclo de vida

Além de fortalecer a integração ensino-serviço-comunidade, a Residência tem como objetivo contribuir com a inserção de profissionais em áreas prioritárias do SUS, ampliando capacidades técnicas, interprofissionais e territoriais voltadas à saúde da mulher.

Cronograma

Inscrições: 28/1 a 18/2

Prova objetiva: 24/2

Resultado final: 27/2

Matrícula: 02 a 3/3

Início das atividades (acolhimento): 6/3

Acesse o edital completo aqui. Dúvidas: [email protected]

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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