Equipes militares do 4º Comando Regional prenderam, nesta sexta-feira (15.5), três homens suspeitos de furto, ameaça e porte ilegal de arma de fogo, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). Na ação, foram apreendidos um simulacro de arma de fogo e diversos produtos de origem ilícita.
Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, os policiais militares do 5º Batalhão receberam denúncia de um roubo em uma loja na região central da cidade. Na ocasião, um dos suspeitos pediu para ver um videogame e, em seguida, tomou o produto das mãos do funcionário e fugiu em um carro modelo Voyage, que dava apoio à ação.
Durante buscas pela região do Parque Universitário, os militares localizaram o veículo utilizado na fuga estacionado em frente a uma residência. Ao perceberem a presença da polícia, os suspeitos tentaram fugir, sendo detidos em seguida.
Dentro da casa, os policiais encontraram o videogame roubado, um simulacro de arma de fogo, uma munição de calibre 7.62, além de diversos objetos sem comprovação de origem. Também foram apreendidos cerca de 15 quilos de carne com etiquetas de supermercado, produto que os suspeitos confessaram ter furtado no mesmo dia.
Ainda durante a abordagem, dois suspeitos quebraram os próprios aparelhos celulares.
Os militares apreenderam ainda uma motocicleta sem placa e identificaram que o veículo pode ter sido utilizado em outras ações criminais em estabelecimentos comerciais.
Um dos suspeitos tentou pegar a arma de um policial durante a checagem e fez ameaças contra a equipe. Ambos envolvidos possui passagem por furto.
Os suspeitos foram encaminhados à delegacia para registro da ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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