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Trecho do Portão do Inferno fica interditado de 9h às 11h para serviços emergenciais durante a semana

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) adotará novos horários de interdições no trecho do Portão do Inferno, na MT-251, para a execução dos serviços emergenciais no paredão, a partir desta segunda-feira (22.01).

De segunda a sexta-feira, a pista ficará interditada das 9h às 11h. No restante do tempo, o trânsito permanecerá liberado no esquema pare e siga para veículos leves.

A partir da semana do Carnaval, começando na sexta-feira (09.02), às 11h, a via será liberada, no esquema pare e siga. A Sinfra reforça que, durante os períodos de trânsito liberado, os bloqueios só ocorrerão em caso de chuva forte ou deslizamentos de terra.

As decisões foram tomadas em reunião, neste domingo (21.01), com a equipe que coordena as análises de uma solução definitiva para o Portão do Inferno.

Em caso de necessidade de uma segunda etapa para os serviços emergenciais no trecho, nova programação será divulgada pela Sinfra.

O local é monitorado 24 horas pelas equipes da Sinfra, Defesa Civil e Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio das câmeras de videomonitoramento do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp).

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A Sinfra ressalta que nos períodos de interdição, a rota indicada é ir pelas BRs 163 e 070 até Campo Verde e, de lá, seguir pela MT-140 e MT-251 até Chapada dos Guimarães.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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