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Traficante do Rio de Janeiro alvo de operação da Polícia Civil de Mato Grosso é preso com grande quantidade de drogas

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Um traficante de drogas sintéticas, alvo da Operação Vertigem, deflagrada nesta semana pela Polícia Civil de Mato Grosso, teve o mandado de prisão cumprido, na quinta-feira (27.11). Considerado foragido da operação, o investigado foi flagrado com grande quantidade de entorpecentes na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

O suspeito, morador do Rio de Janeiro, estava com o mandado de prisão decretado pelo crime de tráfico de drogas, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil de Mato Grosso.

Ele foi identificado como um dos traficantes que fornecia drogas para o principal alvo da operação, servidor público do Poder Judiciário.

Segundo as investigações, o servidor público de Mato Grosso teria conhecido o traficante carioca durante uma viagem ao Rio de Janeiro, quando passou a fazer as aquisições de drogas com ele.

A prisão do traficante ocorreu após a troca de informações entre as Polícias Civis de Mato Grosso e do Rio de Janeiro.

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Durante buscas na residência do suspeito, localizada em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, os policiais apreenderam aparelhos celulares, diversas porções de entorpecentes, como maconha, cocaína, haxixe e drogas sintéticas como MDA, MDMA e Metanfetamina.

Também foram encontrados no local, 117 caixas de medicamentos anestésicos, balança de precisa, máquina de endolar cigarros, e diversas embalagens plásticas para armazenamento e divisão da droga, além de outros apetrechos relacionados ao tráfico de drogas.

Após a prisão, o traficante foi conduzido à Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) do Rio de Janeiro, onde além de serem tomadas as providências para cumprimento do mandado, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

Operação Vertigem

A operação foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), nesta quarta-feira (25), para cumprimento de 17 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, com alvo em um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas sintéticas em Cuiabá.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), iniciaram no ano de 2023, após cumprimento de ordens judiciais da Operação Doce Amargo.

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Entre os alvos estão um assessor do Poder Judiciário, atuava como principal membro de grupos de rateio para aquisição de entorpecentes entre grupos de pessoas de alto poder aquisitivo, inclusive obtendo lucro com sua atuação.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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