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Tradicional Cavalhada de Poconé será realizada neste sábado (22)

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A tradicional Cavalhada de Poconé ocorre neste sábado (22.06), a partir das 8h, no Clube Cidade Rosa (CCR). O evento é uma das manifestações mais populares de Mato Grosso e conta com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

“É com orgulho que ajudamos a manter vivo um dos principais espetáculos culturais do Estado. É um evento de fé, história e tradição que reforça a potência da cultura mato-grossense”, destaca a secretária adjunta de Cultura da Secel, Keiko Okamura.

Integrando a Festa do Glorioso São Benedito de Poconé, a Cavalhada faz a representação campal da luta de caráter religioso entre mouros e cristãos. Também faz parte da mesma festa religiosa a Dança dos Mascarados, que acontece no próximo sábado (29.06), às 20h, na praça da Igreja Matriz do município.

Na Cavalhada são 12 cavaleiros de cada lado simulando a disputa entre povos cristãos e muçulmanos. Originalmente, a luta buscava a consolidação do cristianismo durante a Idade Média. No final, bandeiras brancas são estendidas em pedido de paz.

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Na apresentação dos Mascarados participam 28 dançarinos e mais 14 integrantes da banda. Usando máscaras, roupas de chitão, chapéus e outros adereços, metade deles dançam vestidos de homens, os galãs, e a outra metade vestidos de mulheres, as damas. A dança folclórica típica da região pantaneira presta homenagens ao Senhor Divino e a São Benedito.

A Festa do Glorioso São Benedito de Poconé é uma realização dos Festeiros de São Benedito e do Grupo Mascarados de Poconé. Além da Cavalhada e Dança dos Mascarados, a programação inclui ainda levantamento de mastro, procissão, missas e quermesses. O encerramento será no domingo (30.06), às 6h, com missa solene e apresentação dos novos festeiros.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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