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Sorteio do Nota MT beneficia 165 entidades sociais com R$ 180 mil

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) realizou nesta quinta-feira (11.07) o sorteio do programa Nota MT que, além dos ganhadores, beneficiou 165 entidades sociais do estado. Elas foram indicadas pelos sorteados e vão receber o valor de R$ 180 mil, correspondente a 20% de todos os prêmios distribuídos.

“Quando você se cadastra no Nota MT, já indica uma entidade beneficente que irá receber 20% do seu prêmio. Então, se você ganha R$ 100 mil, a entidade que você indicou recebe R$ 20 mil. Hoje, são 259 entidades cadastradas que já receberam quase R$ 8 milhões desde o início do programa”, explicou o secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Sefaz, Vinícius Simioni Silva.

A Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso (AACC) foi a entidade mais indicada, por 118.347 usuários que concorreram ao sorteio Mensal de Junho, e receberá o valor de R$ 39,7 mil, correspondente a 20% de 179 prêmios.

Já a Associação de Amigos dos Autistas de Primavera do Leste (AMA) será beneficiada com R$ 20,2 mil. Ela foi indicada por um dos ganhadores de R$ 100 mil e, apenas por essa indicação, já recebe R$ 20 mil. Além disso, foi indicada por mais dois contemplados. Desde o início do programa, em 2019, a entidade já recebeu R$ 24,3 mil do Nota MT.

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Essas doações para as instituições cadastradas, que são indicadas pelos ganhadores e realizadas pelo Nota MT, contribuem para que elas possam continuar com o trabalho social que desenvolvem. São contempladas entidades das mais diversas causas, como abrigos infantis, de idosos e resgates de animais abandonados. Os valores recebidos do programa contribuem para o custeio das mais diversas despesas, bem como para a manutenção do funcionamento.

Outra entidade indicada foi a Associação de Proteção à Maternidade e à Infância de Cuiabá – Hospital Geral, de Cuiabá, que foi escolhida por sete ganhadores e será beneficiada com R$ 10,6 mil. Também de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, indicado por 80 contemplados, receberá do programa o valor de R$ 8 mil.

A Associação Pestalozzi, localizada no município de Cláudia, junta-se às outras 164 entidades que também foram escolhidas pelos ganhadores do sorteio Mensal de Junho e será beneficiada com R$ 10,2 mil nesta edição. Um valor considerável para a entidade, que ao longo do programa já recebeu um total de R$ 17,4 mil do Nota MT.

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O montante de R$ 180 mil repassado às instituições sociais cadastradas e indicadas pelos sorteados representa 20% da premiação total distribuída mensalmente, que é de R$ 900 mil. Elas são selecionadas no momento do cadastro no programa pelo usuário, que, se sorteado, beneficia também a entidade escolhida.

Cadastro

Para participar do programa Nota MT, as instituições sem fins lucrativos devem se cadastrar junto à Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

Atualmente, existem 268 entidades sociais cadastradas no programa, das quais 248 já foram contempladas por indicações dos premiados. O total repassado pelo Nota MT para as instituições é de R$ 7.976.200,00.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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