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Sesp e Energisa renovam parceria e alinham ação integrada contra furtos e fraudes de energia em MT

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a concessionária Energisa alinharam o plano de ação de combate ao crime de fraude e furto de energia para 2025, em Mato Grosso, durante reunião realizada nesta terça-feira (11.2), em Cuiabá.

Durante a reunião, a concessionária apresentou um balanço das ações realizadas em conjunto com a Sesp no ano passado. No total, foram 157 operações Energia Limpa, que resultaram na prisão em flagrante de 58 pessoas pelo crime de furto de energia.

Essas operações permitiram que aproximadamente R$ 3,5 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), incididos sobre o serviço de energia, fossem recuperados para o Estado.

O secretário adjunto de Integração Operacional, coronel PM Fernando Augustinho, lembrou que furto e fraude de energia é um crime previsto em lei e pode provocar prejuízos aos consumidores regulares.

“Estamos renovando essa parceria por entender a importância de garantir a ordem e a regularidade do fornecimento de energia aos consumidores, além de combater o crime que envolve os furtos e as fraudes que ainda são comuns”, explicou.

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Para o diretor da Energisa MT, Fabrício Medeiros, o apoio da segurança durante as operações é importante para o combate desse tipo de crime.

“A presença das forças de segurança, sem dúvida, é fundamental para a conscientização das pessoas, que estão entendendo que esse crime prejudica outras pessoas”, destacou o diretor.

Durante a reunião, as instituições também renovaram a parceria para 2025 e planejam ampliar o número de operações de combate ao crime de fraude e furto de energia em todo Estado.

Conforme a Energisa, mais de 100 unidades consumidoras estão sendo monitoradas pelo núcleo de inteligência da concessionária e outras 200 acompanhadas de perto pela equipe de externa.

Os furtos e as fraudes de energia podem causar prejuízos ao sistema elétrico e causar a sobrecarga, levando a interrupção do fornecimento de energia, além de acidentes elétricos, colocando a população em risco.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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